Todos os anos, os principais chefes de Estado do mundo se reúnem na cidade de Davos, Suíça, para discutir os rumos da economia e da política internacional.
Este ano, o evento foi marcado por discursos fortes em meio à tensão entre Europa e EUA por causa da Groenlândia.
Macron discursa de óculos escuros e critica os EUA
Macron chamou atenção ao subir ao palco usando óculos escuros durante seu discurso.
Um vaso sanguíneo de seu olho rompeu, fazendo um sangramento interno. Seu olho ficou tingido com um tom de roxo, porém é uma condição inofensiva.
Sem citar o presidente americano, ele criticou o uso de pressão econômica e política contra aliados históricos em meio à tensão sobre a Groenlândia.
Segundo Macron, o “acúmulo interminável de novas tarifas é fundamentalmente inaceitável” e têm sido “usadas como forma de pressionar a soberania territorial”.
Nas últimas semanas, Trump anunciou que aumentaria as tarifas comerciais contra países que não apoiam a anexação da ilha no Ártico.
Macron também defendeu a atuação da União Europeia para responder às crises. Para ele, a previsibilidade institucional do bloco é uma vantagem:
“A Europa pode ser lenta, mas somos previsíveis e temos regras da lei, o que é uma vantagem nos dias atuais”, disse.
“Preferimos o respeito aos valentões. Preferimos a ciência às teorias da conspiração e preferimos o Estado de Direito à brutalidade”, afirmou.
Durante o discurso, Macron também defendeu a atração de investimentos chineses para a Europa, apesar da rivalidade entre Pequim e Washington.
O presidente francês afirmou que a concorrência dos acordos comerciais com os EUA “prejudicam nossos interesses de exportação, exigem concessões máximas e visam abertamente enfraquecer e subordinar a Europa”.
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