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Quando a maioria das pessoas escuta a palavra santo, logo pensam em seres humanos perfeitos, muitas vezes com poderes milagrosos e um ar de sobrenaturalidade.
Na verdade, a palavra se refere a uma pessoa que busca ao máximo se parecer com Jesus Cristo e procura agir de acordo com isso.
A Igreja Católica reconhece milhares de pessoas como santos canônicos, cuja santidade foi confirmada através de milagres.
No entanto, toda pessoa que vai para o céu após a morte é considerada santa pela Igreja. Por isso existe o Dia de Todos os Santos, uma data em celebração àqueles que morreram neste estado de maneira anônima.
A Brasil Paralelo lançou uma nova série chamada A Vida dos Santos, contando a histórias de personagens reconhecidos pela Igreja, como:
São João Batista
Gravura de São João Batista. Imagem: Minha Biblioteca Católica.
Primo de Jesus Cristo, São João Batista nasceu em Aim Karim, Israel. Filho de Zacarias e Isabel, ele foi consagrado a Deus desde o ventre materno.
João pregou a conversão e o arrependimento, batizando muitos no rio Jordão.
Considerado o precursor de Jesus, anunciou a vinda do Messias e batizou Cristo no início de sua vida pública.
Após criticar o casamento real, João foi preso e decapitado a pedido de Herodíade, esposa do monarca Herodes Antipas.
São João Batista é reconhecido como o último profeta e o primeiro mártir da Igreja Católica.
Santa Joana D’Arc
Gravura de Joana D’Arc. Imagem: Brasil Paralelo.
Joana d'Arc nasceu em 1412 na França. Ela era uma camponesa analfabeta e foi criada no catolicismo.
Aos 13 anos, começou a ouvir as vozes de Arcanjo São Miguel, de Santa Catarina de Alexandria e de Santa Margarida de Antioquia, que a mandara liderar o exército francês contra os ingleses.
Em 1429, ela comandou uma expedição que libertou Orléans, iniciando uma série de vitórias militares.
Sua presença no exército motivou os soldados. Posteriormente, foi capturada pelos ingleses, julgada como herege e condenada à morte na fogueira em Ruão.
Morreu em 1431, clamando por Jesus até seu último suspiro. Apesar de sua curta vida, Joana d'Arc deixou um legado duradouro e foi posteriormente reconhecida como santa pela Igreja Católica.
São Tomás de Aquino
Gravura de São Tomás de Aquino. Imagem: Instituto Jackson de Figueiredo.
São Tomás de Aquino nasceu em uma família nobre e entrou na Ordem dos Dominicanos apesar de seus pais fazerem tudo para ele não seguir a vocação, chegando a prendê-lo.
Discípulo de Santo Alberto Magno, se destacou nos estudos de filosofia e teologia, aprofundando o pensamento de Aristóteles à luz da fé cristã.
Entre suas principais obras está a Suma Teológica, na qual buscou demonstrar racionalmente a harmonia entre fé e razão e a existência de Deus.
Ele parou de escrever após passar por uma experiência mística durante a Missa, quando considerou toda a sua obra como “palha” diante da grandeza de Deus.
São Tomás faleceu em 1274, na abadia de Fossanova, aos 49 anos, a caminho do Concílio de Lyon.
São José de Anchieta
Gravura do padre Anchieta. Imagem: Canção Nova.
São José de Anchieta nasceu em 1534, na ilha de Tenerife, no arquipélago das Canárias, em uma família profundamente católica.
Ainda jovem, se mudou para Coimbra, onde entrou para a Companhia de Jesus. Em 1553, foi enviado ao Brasil como missionário, onde se dedicou à catequese dos povos indígenas.
Aprendeu e registrou a língua tupi, além de utilizar a educação, a música e o teatro como instrumentos de evangelização.
Participou da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, marco inicial da cidade de São Paulo. Também atuou em diversas regiões do litoral brasileiro.
Durante conflitos entre indígenas e colonizadores, ele se ofereceu como refém em missão de paz. José de Anchieta morreu em 1597, onde atualmente fica o município de Anchieta.
Ele foi canonizado em 2014 pelo Papa Francisco e é conhecido como o Apóstolo do Brasil, uma das figuras centrais na formação cultural do país.
Santo Ignácio de Loyola
Desenho de São Ignácio de Loyola. Imagem: Vatican News
Santo Inácio de Loyola nasceu em 1491 em uma família nobre na Espanha. Levou uma vida voltada à carreira militar e aos ideais de honra e glória mundanas.
Em 1521, foi gravemente ferido durante a batalha de Pamplona. Durante sua recuperação, leu obras religiosas e biografias de santos, o que o levou a um processo de conversão espiritual.
Abandonou a vida militar e se dedicou a Deus. Realizando peregrinações, vivendo períodos de penitência e focando nos estudos de filosofia e teologia.
Em 1534, reuniu um grupo de companheiros com o propósito de viver em obediência ao Papa e dedicar-se à evangelização. Anos depois, o Papa Paulo III aprovou oficialmente a Companhia de Jesus.
Para conhecer melhor essas histórias, não perca o evento de lançamento da série A Vida dos Santos.
O primeiro episódio será exibido hoje às 20 horas. Clique aqui para assistir.
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