Um grupo de freiras está no centro de um esquema de infiltração e propaganda do governo russo.
As irmãs andavam vestidas com véus brancos e crucifixos, vendendo artesanatos religiosos, como ícones de madeira, roupas de tricô e meias.
Elas receberam autorização para montar uma banca no corredor de uma igreja em Täby, um bairro de alto padrão nos arredores de Estocolmo, na época do Natal.
Nada parecia fora do comum. O responsável pela paróquia, Michael Öjermo, disse ao The Telegraph que elas haviam sido convidadas outras vezes, inclusive antes da invasão russa da Ucrânia.
No entanto, a Igreja da Suécia emitiu um alerta oficial avisando que não se tratava de freiras comuns:
“[O convento] usa sua renda para apoiar o nacionalismo russo, apoiar a agressão da Rússia contra a Ucrânia e mantém laços estreitos com a inteligência militar russa. O mosteiro afirma que os rendimentos vão para causas beneficentes. Isso não é verdade… a Igreja da Suécia aconselha a não apoiar suas atividades de nenhuma forma”.
Na verdade, o dinheiro que elas estavam conseguindo com as vendas estava indo para um convento conhecido por apoiar a invasão da Ucrânia e manter vínculos com o GRU, serviço de inteligência militar da Rússia.


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