Conheça a filosofia cristã — fé e razão unidas em busca da felicidade

Redação Brasil Paralelo
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3/5/2022
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A filosofia cristã surgiu a partir de uma busca por conciliar a razão natural com as verdades reveladas. Os cristãos eruditos encontraram pontes entre a filosofia nascida na Grécia e a fé na revelação trazida por Jesus.

Em seus esforços filosóficos, nomes como Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino dedicaram muito de seu esforço em aproveitar a filosofia para confirmar o que se ensina pela fé, pela teologia. Mesmo após séculos, o que eles legaram continua sendo estudado.

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O conceito da filosofia cristã — resumo

A filosofia cristã é uma corrente do pensamento filosófico que busca demonstrar que a fé não contradiz a razão, e que a razão leva até a fé. Principalmente por meio da tradição grega, os padres do início do cristianismo buscavam explicar o divino e até mesmo a prova da existência de Deus com argumentos lógicos. Pela filosofia, também defendiam a fé. 

Seu florescimento se deu no século II d.C., quando surgiram os primeiros intelectuais cristãos, os Padres da Igreja.

Principais filósofos cristãos

Os primeiros filósofos cristãos são parte do que conhecemos hoje como a patrística, início da Igreja, e da escolástica, eruditos da Igreja Medieval que já contava com as universidades. Alguns deles são:

As bases da filosofia cristã — principais características 

As principais características da filosofia cristã são:

  • união da filosofia grega com as verdades reveladas, ou seja, com a fé;
  • uso da filosofia para defender a fé contra pagãos e hereges;
  • hierarquizar a filosofia como auxiliar da teologia;
  • uso da filosofia para evangelizar e conhecer melhor a Deus.

União da filosofia grega com as verdades reveladas

O cristianismo possui uma ligação substancial com a filosofia grega: o logos. Um dos principais livros da religião cristã, o evangelho do apóstolo São João, foi escrito em grego e começa da seguinte maneira:

"No princípio era o Logos, e o Logos estava junto de Deus e o Logos era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito".

Logos é a palavra original usada pelo apóstolo amado de Jesus, São João. Muitas traduções da Bíblia em português utilizam a palavra “verbo” no lugar de logos, pois a palavra grega invoca sentido, articulação, fala, e a palavra portuguesa: lógica. O logos indica razão.

O grego era a língua internacional da época devido ao domínio de Alexandre, o Grande, em uma região que ia do atual Afeganistão, passando por boa parte da Europa até a Palestina.

A base da filosofia grega era a busca pelo logos, pelo sentido da vida e do universo.

Para os cristãos, toda a realidade criada por Deus aponta para a verdade. Ao usar a razão e a filosofia para conhecer o bom, o belo e o verdadeiro, é possível perceber a Deus, é possível encontrar um caminho para a felicidade. 

Nesse caso, a filosofia ajuda o ser humano e não contraria a prática de fé, a prática religiosa. A filosofia cristã conjuga a fé com a conduta racional e de questionamento da realidade.

O método científico criado por Aristóteles foi ostensivamente utilizado. O modelo aristotélico de pensamento foi resumido pela professora Maria Lúcia Aranha:

“Lógica é a ciência da demonstração; (...) para Lyard é a ‘ciência das regras do pensamento’. Poderíamos ainda acrescentar: (...) é a ciência das leis ideais do pensamento e a arte de aplicá-las corretamente na procura e demonstração da verdade".

  • Veja mais: entenda mais sobre o método científico, descubra o poder que a lógica pode trazer para você.

As proposições dos filósofos são auferidas pela apreensão do mundo natural por meio dos sentidos, utilizando-se de reflexões condicionadas pela experiência.

A lógica foi utilizada especialmente na filosofia cristã Escolástica, comentada na seção sobre a história da filosofia cristã.

Os principais modelos de pensamento utilizados pelos cristãos são:

  • a metafísica — a construção hierárquica do fundamento da realidade até se chegar a Deus e à alma. Sua principal base é a Metafísica, de Aristóteles, e foi desenvolvida principalmente com o argumento das 4 causas na Suma Teológica. Santo Tomás apresenta 5 vias racionais que comprovam a existência de Deus como fundamento da realidade;
  • os milagres de Jesus e dos seus seguidores;
  • as profecias do Antigo Testamento sobre Cristo — podem ser vistas no artigo sobre o nascimento de Jesus.

Uso da filosofia para defender a fé e evangelizar

Os filósofos cristãos utilizavam a razão natural para comprovar a sua fé contra os pagãos e os hereges. Os argumentos filosóficos buscavam demonstrar que a sua fé era a única que se adequava à realidade, que possuía argumentos racionais-científicos.

Hierarquizar a filosofia como auxiliar da teologia

Uma importante característica da filosofia cristã é a hierarquia entre teologia e filosofia. Os principais filósofos cristãos afirmavam que a teologia é a maior ciência de todas, sendo a filosofia um de seus instrumentos.

No início da Suma Teológica, Santo Tomás de Aquino, tido por muitos como o principal filósofo e teólogo cristão, diz:

“[Santo Tomás apresentando uma possível opinião pró-filosofia, contra a disciplina da teologia] — Parece desnecessária outra doutrina além das disciplinas filosóficas.

SOLUÇÃO — Para a salvação do homem, é necessária uma doutrina conforme à revelação divina, além das filosóficas, pesquisadas pela razão humana. Porque, primeiramente, o homem é por Deus ordenado a um fim que lhe excede a compreensão racional, segundo a Escritura (Is 64, 4): ‘O olho não viu, exceto tu, ó Deus, o que tens preparado para os que te esperam’. 

Ora, o fim deve ser previamente conhecido pelos homens, que para ele têm de ordenar as intenções e atos. De sorte que, para a salvação do homem, foi preciso, por divina revelação, tornarem-se-lhe conhecidas certas verdades superiores à razão. 

Mas também naquilo que de Deus pode ser investigado pela razão humana, foi necessário ser o homem instruído pela revelação divina. Porque a verdade sobre Deus descoberta pela razão, chegaria aos homens por meio de poucos, depois de longo tempo e de mistura com muitos erros; do conhecer essa verdade depende toda a salvação humana, que em Deus consiste. 

Logo, para que mais conveniente e segura adviesse aos homens a salvação, cumpria fossem, por divina revelação, ensinados nas coisas divinas. Donde foi necessária uma doutrina sagrada revelada, além das filosóficas, racionalmente adquiridas.

Divisões de pensamento

A filosofia cristã também possui diferentes meios de chegar à fé. O ponto central que os filósofos cristãos buscam encontrar é o seguinte:

  • Jesus Cristo é Deus. Tudo foi criado por Ele, na união da Santíssima Trindade, e remete a Ele. Apenas seu sacrifício cumpre o desejo natural de encontro perpétuo com Deus, pois o sacrifício de Cristo religa o homem com o Criador, cumprindo o conceito de religião.

O meio de explicar esse ponto de forma filosófica não é totalmente harmônico entre os fiéis filósofos. Os filósofos cristãos dividiram-se em 3 grupos no que diz respeito à hierarquia entre fé e razão:

  1. Creio porque absurdo;
  2. Creio para compreender;
  3. Compreender para crer.

O primeiro grupo afirmava que os mistérios, milagres, profecias, atos da providência são muito reais e muito transcendentes para serem compreendidos. Segundo esse grupo, os acontecimentos da fé devem ser seguidos e não podem ser explicados.

Seus escritos tentam demonstrar que a razão não consegue compreender a fé, dirigindo a vida através da crença que utiliza a razão, mas como serva da fé. Por isso “creio porque é absurdo”.

Entre os principais autores cristãos dessa linha encontram-se: Tertuliano, os modernos Pascal e Kierkegaard, e também o Beato Duns Scotus pode se encaixar nessa categoria. Estes filósofos também são conhecidos como fideístas — alguns radicais, outros moderados.

Na Igreja Católica, o fideísmo radical é proibido aos seus fiéis. O Papa Pio IX, no século XIX, condenou a tese fideísta durante o Concílio Vaticano I.

O segundo grupo acredita na união entre fé e razão. Para eles, cada ponto da fé pode ser abarcado pela razão humana, não de forma integral, mas ao menos na essência. Esse grupo ainda defende a superioridade da fé sobre a razão, afirmando que primeiro é necessário crer, para depois compreender racionalmente. 

Por isso “creio para compreender”. O principal expoente desse grupo é Santo Agostinho.

O terceiro grupo defende a necessidade de compreender os principais pontos da fé de forma racional para depois crer. Os filósofos cristãos dessa linha possuem a tendência de primeiro tratar de questões que concernem à razão natural para fundamentar a teologia.

Assim como no primeiro grupo, existem os radicais e os moderados. O principal expoente é Santo Tomás de Aquino. Já uma abordagem radical, que inicia a modernidade e o rompimento com a tradição, é encontrada em René Descartes.

Compreender a história da filosofia cristã auxilia na compreensão das doutrinas filosóficas.

História da filosofia cristã

A filosofia cristã começou de fato no período da Patrística. Contudo, pode dizer-se que existiu uma espécie de "protofilosofia" cristã.

Período apostólico

Logo no início da Igreja, os primeiros cristãos já buscavam alicerçar sua fé em aspectos da razão natural. O principal exemplo é São Paulo, romano perseguidor de cristãos que se tornou Bispo da Igreja. Paulo teve uma formação clássica e erudita, citando obras filosóficas em suas Epístolas.

Em sua Epístola aos Romanos, ele usou argumentos muito semelhantes aos de Santo Tomás de Aquino. No capítulo 1, versículo 19 lemos:

"Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar [de não conhecer o Deus Verdadeiro]". 

No livro do Ato dos Apóstolos, São Paulo debate a verdadeira religião com filósofos epicuristas e estóicos, na cidade de Atenas.

São Pedro instiga os fiéis a estudarem, para conseguirem explicar a fé. São João Evangelista chama Jesus de logos, como já explicado.

Mas é a partir dos discípulos dos Apóstolos que surge a filosofia cristã de forma estrita.

Patrística

A Patrística foi um movimento filosófico desenvolvido a partir do século II d.C. até aproximadamente o século V d.C., início da Idade Média. Os primeiros cristãos eruditos, especialmente os bispos, desenvolveram pensamentos filosóficos demonstrando a verdade da fé cristã, especialmente contra os ataques externos (pagãos) e internos (hereges).

A filosofia da Patrística seguiu uma linha predominantemente platônica, embora também existam escritos relacionados ao pensamento aristotélico. O principal expoente da Patrística é Santo Agostinho.

Santo Agostinho - Filosofia Cristã
Santo Agostinho, um dos principais filósofos cristãos, Doutor da Igreja.

O pensamento de Aristóteles só se torna predominante entre os cristãos após a consolidação da filosofia escolástica.

Escolástica

Escolástica significa “pertencente à escola", "instruído", "sábio". Foi a corrente filosófica predominante da Idade Média. A Escolástica fundou o principal método ocidental de pensamento e de aprendizagem.

A filosofia escolástica surgiu nas escolas monásticas cristãs. Os escritos desses autores buscavam conciliar a fé cristã com um sistema de pensamento racional elaborado de forma precisa, lógica e conceitual. 

A principal influência foi Aristóteles, cujos escritos e modo de escrever se disseminaram graças ao trabalho filosófico de Santo Tomás de Aquino, tido como o principal filósofo cristão. A principal obra desse movimento é a Suma Teológica.

A necessidade da religião

O argumento dos filósofos cristãos sobre a necessidade de religião é resumido pelo antropólogo Mircea Eliade.

Em seu livro O Sagrado e o Profano, Eliade diz:

“O homem que optou por uma vida profana não consegue abolir completamente o comportamento religioso. 

Na experiência do espaço profano ainda intervém valores que, de algum modo, lembram a vida com orientação religiosa. Existem, por exemplo, locais privilegiados, qualitativamente diferente dos outros: a paisagem natal ou os sítios dos primeiros amores, ou certos lugares na primeira cidade estrangeira visitada na juventude.

Todos esses locais guardam, mesmo para o homem mais francamente não-religioso, uma qualidade excepcional, ‘única’: são os ‘lugares sagrados' do seu universo privado, como se neles um ser não-religioso tivesse tido a revelação de uma outra realidade, diferente daquela de que participa em sua existência cotidiana”.

Ao falar sobre a tendência natural dos homens para a religião, os filósofos cristãos chegam no seu argumento máximo:

  • Jesus Cristo é a única salvação pois ele é Deus. Apenas seu sacrifício cumpre o desejo natural de encontro perpétuo com Deus, pois o sacrifício de Cristo religa o homem com o Criador, cumprindo o conceito de religião.

Esse é o conceito que estabelece o que é uma filosofia cristã e o que não é. Os estudos dos pagãos que tratavam apenas sobre questões humanas e naturais, não religiosas, foram aproveitados.

Um dos principais estudos utilizados foi a filosofia de Platão e Aristóteles. Santo Agostinho preferia Platão, enquanto Santo Tomás de Aquino era um devoto intelectual de Aristóteles.

Uma das principais contribuições do uso da filosofia pagã na filosofia cristã são as 5 vias da razão que provam a existência de Deus. Elas foram elaboradas por Santo Tomás de Aquino com base na metafísica de Aristóteles.

A filosofia cristã foi importante para lidar com aqueles que se diziam cristãos, mas negavam a divindade de Cristo, levando os filósofos cristãos a desenvolverem argumentos filosóficos a partir da base grega.

Filósofos cristãos modernos fizeram uma condensação dos argumentos racionais que demonstram a divindade de Cristo e a veracidade da religião cristã.

C. S. Lewis — Cristo só pode ser Deus

Sermão da Montanha - Filosofia Cristã
O Sermão da Montanha.

C. S. Lewis foi um filósofo cristão do século XX. No início da sua vida adulta, Lewis era ateu convicto. Estudando e lecionando na Universidade de Oxford, Lewis conheceu J. R. R. Tolkien, autor d’O Senhor dos Anéis, que o ajudou a se converter ao cristianismo.

Após sua conversão, Lewis tornou-se um apologeta cristão. Escreveu várias obras para explicar o cristianismo de forma mais profunda, tendo disseminado o Trilema para comprovar a divindade de Cristo.

Trilema de Lewis: Mentiroso, Lunático ou Deus

Em seu livro Cristianismo Puro e Simples, de 1942, Lewis diz o seguinte:

“Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a respeito Cristo: ‘Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.

Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido — ou então o diabo em pessoa. 

Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. 

Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la. […] Agora, parece-me óbvio que Ele não era nem um lunático nem um demônio, consequentemente, por mais estranho, assustador e inacreditável que possa parecer, tenho que aceitar a ideia de que Ele era e é Deus”. 

O trilema vem de um outro pregador cristão, o escocês, “Rabbi” John Duncan (1796-1870). a partir da obra Colloquia Peripatetica. Após Duncan, Watchman Nee, em 1936, desenvolveu o argumento, tendo escrito o seguinte em seu livro Normal Christian Faith:

“Primeiro, se ele alega ser Deus e de fato não é, ele deve ser louco ou lunático.

Segundo, se ele não é Deus e nem um lunático, deve ser um mentiroso, enganando os outros com sua mentira.

E terceiro, se ele não é nenhum desses três, ele deve ser Deus.

Você só pode escolher uma dessas três possibilidades.

Se você não acredita que ele seja Deus, você deve considerá-lo louco.

Se você não consegue vê-lo como nenhum desses dois, você tem de vê-lo como um mentiroso.

Não há necessidade de provarmos se Jesus é Deus ou não. Tudo que temos de fazer é descobrir se Ele é um lunático ou um mentiroso. Se Ele não for nem um nem outro, ele deve ser o Filho de Deus”.

William Lane Craig, apologeta cristão moderno, diz que o trilema seria inválido se Jesus não tivesse realmente existido, ou se a história narrada pela tradição apostólica contida na Bíblia fosse uma fábula.

Padre Paulo Ricardo apresenta em seu site provas históricas da existência real de Jesus. No artigo sobre a existência histórica de Jesus, ele apresenta o historiador Lawrence Mykytiuk. 

O estudioso publicou um artigo no qual sintetiza as informações sobre a vida de Jesus contidas nas principais fontes pagãs e judaicas. 

Livros sobre filosofia cristã

Alguns dos principais livros que tratam sobre os problemas principais para a filosofia cristã, e sobre quem é Deus na cosmovisão dos cristãos, são:

  • A Última Superstição, Uma Refutação do Neoateísmo — Edward Feser;
  • Confissões — Santo Agostinho;
  • A Síntese Tomista — Frei Garrigou Lagrange;
  • A Vida Intelectual — Frei A. G. Sertillanges;
  • Castelo Interior ou Moradas — Santa Teresa D’Avila.

Filosofia e a realização do homem

Segundo Platão, filosofia e educação são a mesma coisa. Não a educação moderna, que fornece um diploma para que o aluno consiga um trabalho, mas a educação que guia o homem até a descoberta do seu eu, até a descoberta do sentido da vida.

A educação pode ser definida como o processo do desenvolvimento do homem rumo à sua realização plena. Santo Irineu de Lyon definia o homem como um ser perfectível, ou seja, sempre apto a receber algo que o aperfeiçoe.

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