Ir para o conteúdo principal
Mundo•5 min de leitura

Prefeito socialista de Nova Iorque vai financiar organizações para troca de sexo em crianças e adolescentes

Procedimentos incluem bloqueadores de puberdade e hormônios para mudar os corpos dos menores.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Prefeito de Nova Iorque com a bandeira trans
Fonte da imagem: Reprodução

Receba notícias gratuitamente em seu email

Próximo envio em
23h
09m
57s

Sob o governo de Zohra Mamdani, Nova York vai destinar cerca de R$45 milhões para organizações que oferecem tratamentos de transição de sexo para crianças e adolescentes. 

Os contratos incluem a prescrição e aplicação de bloqueadores de puberdade, que evitam o desenvolvimento natural dos corpos, e terapias hormonais para criar transformações do sexo oposto.

As entidades escolhidas são a Callen-Lorde e a Nonprofit Organization for Philanthropic Initiatives. Os contratos estão previstos para vigorar entre 2027 e 2029.

Esses recursos fazem parte de um programa mais amplo de R$75 milhões anunciado em junho pela prefeitura.

O dinheiro também financiará outras ações, como a criação de uma linha telefônica para conectar moradores de Nova York a serviços ligados à chamada “afirmação de gênero”.

A prefeitura afirma que os atendimentos serão realizados por profissionais licenciados no estado de Nova York e deverão respeitar as regras estaduais sobre consentimento dos pais.

Essas regras permitem o reconhecimento social de uma transição nas escolas sem a autorização dos responsáveis, mas não a parte médica.

  • O experimento com crianças conduzido por um dos principais nomes da ideologia de gênero é o tema do primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O Menino Que Se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

Nova Iorque contra o governo americano

A medida acontece em meio a uma ofensiva do governo Trump contra esse tipo de procedimento em menores de idade.

Pelo menos seis grandes hospitais dos Estados Unidos anunciaram que deixarão de oferecer procedimentos de troca de sexo para menores de 19 anos. 

A decisão de encerrar esses atendimentos veio após acordos firmados com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ). 

Pelos termos divulgados, os hospitais se comprometem a não oferecer esses procedimentos para pacientes menores.

Em alguns casos, também concordam em contribuir com despesas médicas de jovens que desejem reverter a transição de sexo, processo chamado de detransição.

No outro lado do acordo, o governo vai encerrar as investigações federais relacionadas aos tratamentos realizados nas instituições.

Também vai afastar a possibilidade de que as instituições sejam obrigadas a entregar prontuários e informações confidenciais de pacientes que receberam esse tipo de atendimento. 

Os hospitais ressaltaram que não admitem ter cometido qualquer irregularidade ao firmar os acordos.

O governo também proibiu que recursos do programa federal Medicaid fossem utilizados para custear esses tratamentos.

Além das mudanças no financiamento, o Departamento de Justiça passou a investigar hospitais que realizavam esses procedimentos.

A transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.

Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, foi responsável por um experimento envolvendo crianças. 

Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.

O experimento polêmico de John Money

Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.

Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.

O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.

Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.

A experiência é catalogada como um sucesso, mas a verdade é bem mais sombria. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond expôr o que realmente aconteceu.

Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

Clique aqui para não perder o lançamento em breve.

TELLER [venda]
TELLER [venda]