Novos estudos questionam um dos maiores mitos do movimento trans
Transição pode não ajudar com problemas psicológicos, como dizem defensores da pauta.

“Você prefere um filho morto ou uma filha viva?” Essa pergunta é feita por psicólogos e médicos em diversos depoimentos de pais com filhos que não se identificam com seus sexos.
Até mesmo Elon Musk chegou a ser abordado com esse questionamento na época em que seu filho mudou de sexo.
Isso se baseia na tese de que pessoas nessa situação precisam passar por procedimentos para evitar que tenham sofrimento psicológico ou até cometam suicídio.
A narrativa apresenta a piora nos quadros como uma questão quase inevitável e que não pode ser resolvida de outra forma.
Dois estudos recentes apontam para um caminho diferente, indicando que os procedimentos cirúrgicos estão longe de resolver o sofrimento dessas pessoas.
O experimento com crianças conduzido por um dos principais nomes da ideologia de gênero é o tema do primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O Menino Que Se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
Relatório britânico indica que cirurgia não é “solução milagrosa”
Um levantamento encomendado pelo governo britânico e liderado pela pediatra Hilary Cass aponta que a troca de sexo não é uma solução imediata para a saúde mental.
O levantamento indica que os jovens nessas condições precisam de uma avaliação abrangente antes de quaisquer intervenções médicas.
Isso é reforçado por um estudo realizado na Finlândia, segundo o qual a troca de sexo não necessariamente esta ligada a uma melhora psiquiátrica.
Outra pesquisa mostra que situação pode até piorar
Muito pelo contrário, no caso analisado, parte dos adolescentes encaminhados para o procedimento demonstraram uma piora em seu quadro psicológico.
Esse estudo foi conduzido com análises sobre os finlandeses abaixo de 23 anos que foram encaminhados para serviços ligados à disforia de gênero no país entre 1996 e 2019, o que equivale a 2.083 pessoas.
Além disso, havia um grupo controle desse experimento contava com 16.643 pessoas envolvidas.
Apesar disso, a transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.
Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, foi responsável por um experimento envolvendo crianças.
Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.
O experimento polêmico de John Money
Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.
Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.
O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.
Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.
A experiência é catalogada como um sucesso, mas a verdade é bem mais sombria. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond expôr o que realmente aconteceu.
Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
Clique aqui para não perder o lançamento em breve.
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