Filho trans de Elon Musk aparece em propaganda polêmica sobre Inteligência Artificial e robôs
Bilionário já havia afirmado que foi manipulado para autorizar a transição e não faria isso atualmente.

Vivian Jenna Wilson, filho trans de Elon Musk, causou polêmica ao estrelar a nova campanha da marca espanhola Desigual.
Intitulada "Nascido para Desobedecer", a propaganda critica o avanço da IA e usa robôs inspirados no Optimus, humanoide desenvolvido pela Tesla.
https://www.youtube.com/watch?v=UboRjAfP1Rw&t=34s
Vale ressaltar que atualmente, ela não tem mais contato com seu pai e chegou a tirar o nome Musk na Justiça.
O principal motivo para essas decisões drásticas foi o posicionamento político e ideológico do empresário sulafricano, que apoiou Trump na campanha presidencial de 2024 e é um forte crítico à ideologia de gênero, especialmente para crianças.
Ao longo do vídeo, Vivian aparece conduzindo um robô com uma coleira, como se passeasse com um cachorro.
Em outra cena, usa a máquina como apoio para jogar golfe e até simula uma cena de sexo com o robô.
Ao longo do comercial, ela diz uma das frases centrais da campanha: "Ele foi feito para obedecer. Eu, não."
Durante um dos momentos finais, Vivian também chega a dizer que “algumas coisas não foram feitas para serem consertadas."
No restante da peça, ela apenas fala o nome da marca enquanto os robôs parecem enlouquecer.
Musk é um dos principais nomes por trás do boom da Inteligência Artificial, que está revolucionando o mundo e a política.
O novo mundo que parece emergir é o foco do novo documentário da Brasil Paralelo, Technocracia. Assista ao trailer abaixo:
Campanha critica o uso da inteligência artificial
Segundo a Desigual, a campanha pretende transmitir uma ideia ligada à rebeldia e autenticidade, baseada no slogan:
"A maior rebelião já não é lutar contra o sistema, mas recusar fazer parte dele."
No início do vídeo, ela aparece lendo "R.U.R. – Rossum's Universal Robots", peça escrita por Karel Čapek em 1920 e conhecida por popularizar a palavra "robô".
O detalhe reforça o simbolismo da campanha, construída em torno da relação entre tecnologia, liberdade e individualidade.
Em entrevista à revista People, Vivian explicou que aceitou participar do projeto porque a inteligência artificial ameaça profissionais criativos e também traz impactos ambientais:
"A arte é emoção por meio da expressão. Como a emoção é inerentemente humana, a IA tira qualquer intenção subjacente e a substitui por cores e formas plagiadas."
Elon Musk diz que foi enganado para autorizar transição do filho
Durante uma entrevista com Jordan Peterson em 2024, Elon Musk contou um pouco sobre como foi o processo de transição de seu filho.
O empresário disse que seu filho transgênero foi "morto" pelo "vírus da mente woke". Ele também declarou que não autorizaria a transição de sexo se fosse perguntado hoje:
"Eu fui essencialmente induzido a assinar documentos para um dos meus filhos mais velhos".
Xavier Alexander Musk tem atualmente 22 anos e responde pelo nome de Vivian Jenna Wilson. Ele e o irmão gêmeo Griffin são os mais velhos.
Após passar pela transição, em 2020, realizou a mudança de documentos, e retirou o sobrenome do pai.
"Isso foi realmente antes de eu ter qualquer compreensão do que estava acontecendo, e estávamos no meio da COVID, então existia muita confusão e me disseram que [o filho de Musk] poderia cometer suicídio."
Na entrevista, Musk se referiu à cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil":
“Não me explicaram que os bloqueadores de puberdade são, na verdade, medicamentos de esterilização infantil. Eu perdi o meu filho. Eles chamam esse processo de ‘deadnaming’ por um motivo e o motivo é porque meu filho morreu. Meu filho Xavier foi morto pelo “vírus woke””.
O empresário afirmou que o processo é realizado em crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento".
O procedimento para troca de sexo em crianças e adolescentes tem sido cada vez mais normalizado ao longo dos últimos anos.
Apenas o Hospital das Clínicas de São Paulo tinha mais de 200 jovens de 4 a 17 anos iniciando a transição em 2023.
Isso vem junto com o avanço ideologia de gênero, o médico que criou esse conceito, John Money, foi responsável por um experimento macabro com crianças.
O experimento macabro de John Money
Um dos principais problemas para suas teorias dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.
O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.
Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.
A experiência é catalogada como um sucesso, mas a verdade é bem mais sombria. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond expôr o que realmente aconteceu.
Essa história está sendo contada pela Brasil Paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
Clique aqui para não perder o lançamento em breve.
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