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Sociedade•5 min de leitura

Entenda como é o processo de troca de sexo em crianças e adolescentes

Jovens de 13 anos estão recebendo bloqueadores de hormônio para impedir a puberdade e hormônios do sexo oposto no Brasil.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
saiba como é a troca de sexo em crianças e adolescentes
Fonte da imagem: Imagem gerada por IA

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23h
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Uma das questões mais polêmicas no mundo ao longo das últimas décadas tem sido a ideologia de gênero para crianças e adolescentes.

Atualmente, diversos países aceitam dar início ao processo de troca de sexo para menores de idade, apesar da maioria proibir cirurgias genitais nessa faixa etária.

No Brasil, uma reportagem de 2023 mostrou que 100 crianças entre 4 e 12 anos estavam começando o tratamento no Hospital das Clínicas da USP.

Além deles, 180 adolescentes de 13 a 17 anos também estão recebendo o procedimento na instituição.

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Crianças perdem a puberdade

A legislação brasileira determina que ambulatórios habilitados podem dar bloqueadores de hormônios para crianças nos primeiros sinais da puberdade, com aproximadamente 12 anos de idade.

Esses medicamentos impedem a ação dos hormônios sexuais, que são responsáveis pelas mudanças naturais do corpo nessa faixa etária.

O objetivo é evitar que a criança viva sua puberdade naturalmente para que o corpo não se adapte a seu sexo.

Quando o adolescente entra na faixa dos 16 anos, ele pode começar a fazer o tratamento com hormônios cruzados.

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Médicos fazem puberdade artificial do sexo oposto

Nesse processo, ele injeta os hormônios do sexo oposto para começar a criar uma pulberdade artificial e desenvolver seu corpo de acordo com o sexo almejado.

Assim, um garoto pode começar a apresentar características como seios femininos, quadris alargados. 

Uma garota que passe pelo processo, por sua vez, apresentará mudanças como pelos mais espessos pelo corpo e um desenvolvimento muscular diferente.

Assim que esse jovem chega à casa dos 18 anos ele pode completar o processo através de cirurgias plásticas irreversíveis para a redesignação de sexo.

Os jovens maiores de idade também tem o direitos de mudar seus nomes em cartórios, sendo oficialmente reconhecidos como figuras do sexo oposto.

A transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.

Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, fez um experimento envolvendo bebês. 

Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.

O experimento polêmico de John Money

Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.

Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.

O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.

Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.

A experiência é catalogada como um sucesso, mas a realidade dos irmãos é bem mais sombria.

Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

Clique aqui para não perder o lançamento em breve.

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