Proibição corta verbas do governo federal para procedimentos, mas não impede estados de financiar transição.

Trump anunciou o fim do financiamento federal para procedimentos de transição de gênero em menores de idade.
A medida muda a forma como os recursos do programa público de saúde Medicaid serão repassados.
Verbas do governo federal não serão mais usadas em cirurgias, bloqueadores de puberdade e tratamentos hormonais para transição de sexo de crianças e adolescentes.
A nova regra também passa a valer para o Programa de Seguro de Saúde Infantil (CHIP) e entrará em vigor em 13 de outubro.
Conheça o experimento alimentou a tese da identidade de gênero com o primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O menino que se chamava Brenda. Clique aqui para não perder o lançamento.
Ao anunciar a decisão, Trump afirmou que o governo não deve financiar procedimentos que causam danos permanentes:
"Não vamos pagar para que nossas crianças inocentes sejam submetidas a essas cirurgias e práticas bárbaras, que resultam em danos impensáveis e irreversíveis aos seus jovens corpos."
O presidente também publicou uma mensagem nas redes sociais relacionando a decisão ao debate político nos Estados Unidos:
"Pensem em todas as crianças pequenas, inocentes e talvez confusas que serão poupadas! Enquanto o Partido Democrata quer que seus filhos possam cortar os próprios órgãos reprodutivos antes mesmo de terem idade suficiente para votar, o presidente Donald J. Trump (EU!) e o Partido Republicano dizem que isso é ABSURDO."
A partir da nova regra, os estados deixarão de receber dinheiro federal para esses procedimentos, porém isso não impede que os estados utilizem recursos próprios.
Atualmente, 17 estados americanos oferecem cobertura pelo Medicaid ou pelo CHIP para procedimentos relacionados à transição de gênero de menores.
Ao mesmo tempo, pelo menos 27 estados já aprovaram restrições ou proibições para esse tipo de tratamento em menores de 18 anos.
Um dos primeiros experimentos sobre transição de gênero em menores foi realizado pelo médico John Money. Em 1967 um bebê recém nascido perdeu o pênis durante um procedimento de circuncisão.
Desesperados, os pais procuraram o doutor, que falou para que eles criassem a criança como se fosse uma menina.
Enquanto isso, o irmão gêmeo do bebê vivia uma infância normal, servindo como uma espécie de grupo controle para o experimento.
Durante décadas, o caso foi tratado como um grande sucesso, com base nos relatórios de John Money, no entanto, a verdade era muito diferente.
Essa história real inspirou o novo filme original da Brasil Paralelo, O menino que se chamava Brenda.
Clique aqui para não perder o lançamento.