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Mundo5 min de leitura

Hospitais acabam com troca de sexo em crianças e adolescentes após acordo governo Trump

Governo americano tem lançado campanha para impedir novos procedimentos e investigar casos com crianças.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Hospitais param tratamento de troca de sexo após acordo com governo trump
Fonte da imagem: Reprodução

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Pelo menos seis grandes hospitais dos Estados Unidos anunciaram que deixarão de oferecer procedimentos de troca de sexo para menores de 19 anos

Os métodos incluíam o uso de bloqueadores da puberdade, medicamentos destinados a interromper temporariamente o desenvolvimento das características físicas que costumam aparecer nesse período.

Além disso, as crianças e adolescentes recebiam hormônios sexuais, como testosterona e estrogênio, para desenvolver características físicas associadas ao sexo que desejam.

Em alguns casos até mesmo cirurgias de redesignação chegaram a ser feitas nos menores.

A decisão de encerrar esses atendimentos veio após acordos firmados com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ). 

  • O experimento com crianças conduzido por um dos principais nomes da ideologia de gênero é o tema do primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O Menino Que Se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

Governo americano acabou com os procedimentos

Pelos termos divulgados, os hospitais se comprometem a não oferecer esses procedimentos para pacientes menores.

Em alguns casos, também concordam em contribuir com despesas médicas de jovens que desejem reverter a transição de sexo, processo chamado de detransição.

No outro lado do acordo, o governo vai encerrar as investigações federais relacionadas aos tratamentos realizados nas instituições.

Também vai afastar a possibilidade de que as instituições sejam obrigadas a entregar prontuários e informações confidenciais de pacientes que receberam esse tipo de atendimento. 

Os hospitais ressaltaram que não admitem ter cometido qualquer irregularidade ao firmar os acordos.

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Quais hospitais aderiram ao acordo?

Os entendimentos mais recentes foram anunciados na semana passada com o New York University Langone Hospitals (NYU Langone) e o University of Pittsburgh Medical Center (UPMC).

Eles se somam a acordos semelhantes fechados desde maio com:

  • Cleveland Clinic;

  • Connecticut Children's Hospital;

  • Mount Sinai Health System, em Nova York;

  • Texas Children's Hospital.

Como parte dos acordos, o NYU Langone pagará R$43,3 milhões ao governo federal, enquanto o UPMC desembolsará R$4,8 milhões

O fim desses tratamentos para menores se tornou uma das prioridades da administração Trump desde seu retorno à Casa Branca, em janeiro de 2025.

Naquele mês, o presidente assinou uma ordem executiva determinando o corte do apoio federal aos procedimentos de transição de sexo para crianças e adolescentes

O governo também proibiu que recursos do programa federal Medicaid fossem utilizados para custear esses tratamentos.

Além das mudanças no financiamento, o Departamento de Justiça passou a investigar hospitais que realizavam esses procedimentos.

A transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.

Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, foi responsável por um experimento envolvendo crianças. 

Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.

O experimento polêmico de John Money

Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.

Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.

O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.

Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.

A experiência é catalogada como um sucesso, mas a verdade é bem mais sombria. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond expôr o que realmente aconteceu.

Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

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