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Ela trocou de sexo na adolescência e hoje luta contra a ideologia de gênero: conheça a história de Chloe Cole

Jovem usa sua experiência para tentar evitar que outras crianças saibam das consequências do procedimento.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Chloe Cole fez transição de gênero na adolescência e depois se arrependeu
Fonte da imagem: Reprodução

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Chloe Cole era uma adolescente de apenas 12 anos de idade quando começou o processo de transição de gênero.

Desde pequena, ela se identificava muito com seu pai e seus irmãos e começou a se sentir desconfortável com as mudanças em seu corpo no início da puberdade.

Com dúvidas e inseguranças, Chloe começou a ter contato com o movimento trans através das redes sociais.

Conheceu pessoas que falavam sobre sentimentos parecidos com os dela e apresentavam a transição como uma forma de melhorar a vida:

Eu passava muito tempo online e logo vi a valorização da comunidade trans no Instagram e em outras mídias sociais. Eu era um pouco estranha na escola e tinha alguns problemas para fazer amigos, assim como muitas crianças, eu sofria com doenças mentais, então fui uma presa fácil para a narrativa de que se eu me sentia diferente e não queria ser sexualizada, era um menino.”

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Psicólogos pressionaram seus pais para autorizar a cirurgia

Apesar de seus pais achassem que esses pensamentos eram consequências de outras questões, como bullying e TDAH, eles a levaram para a psicóloga.

A ajuda profissional deveria esclarecer o que estava acontecendo e guiaria a menina para seu bem estar, era isso que eles esperavam, mas não foi o que aconteceu.

Os psicólogos desconsideram as preocupações dos pais e os pressionaram para aceitar o procedimento:

Eles diziam: ‘seu filho não tem outra escolha, é quem ele é, esse é seu filho transgênero. Se ele está descontente com o corpo e quer seguir com os procedimentos, você precisa permitir’. Eles foram duros e falaram que meus pais precisariam escolher entre ter uma filha morta ou um filho vivo.”

Um processo praticamente irreversível

Aos 13 anos, Chloe começou a tomar bloqueadores de hormônios para frear as transformações da puberdade

Além disso, ela começou a injetar testosterona para desenvolver seu corpo de forma mais próxima ao de um adolescente do sexo asculino.

Dois anos depois, já tinha passado por uma dupla mastectomia, procedimento cirúrgico para retirar as mamas.

No entanto, a menina se arrependeu da decisão que havia tomado e de todos os processos pelos quais passou.

Mesmo assim, a jovem nunca mais poderá viver uma vida comum como mulher. Alguns aspectos de sua transição são irreversíveis.

Sua voz é muito mais grave do que a de uma mulher, a jovem perdeu seus seios naturais e não sabe até que ponto sua capacidade de engravidar foi afetada pelos hormônios.

Atualmente, ela luta para impedir que outras pessoas passem pela mesma situação, usando seu depoimento para deixar claro os riscos e as consequências da transição.

[TRAILER] INFERNO

Ideologia de gênero avança entre crianças

No entanto, o que aconteceu com ela não foi um caso isolado. Na realidade, a transição de crianças e adolescentes é cada vez mais comum.

Segundo uma reportagem de 2023 do G1, 380 pessoas estavam recebendo tratamento para trocar de sexo biológico no ambulatório do instituto de psiquiatria do Hospital das Clínicas de São paulo. 

Desse total, apenas 100 são maiores de 18 anos. A maioria, 180 pacientes, eram adolescentes com idades entre 13 e 17 anos.

O que mais choca é que outras 100 crianças entre 4 e 12 anos estavam nas etapas iniciais do processo

A origem dessas teorias está no experimento do médico John Money. Em 1967 um bebê recém nascido perdeu o pênis durante um procedimento médico.

Desesperados, os pais procuraram o doutor, que falou para que eles criassem a criança como se fosse uma menina

Enquanto isso, o irmão gêmeo do bebê vivia uma infância normal, servindo como uma espécie de grupo controle para o experimento.

Durante décadas, o caso foi tratado como um grande sucesso, com base nos relatórios de John Money, no entanto, a verdade era muito diferente.

Essa história real inspirou o novo filme original da Brasil Paralelo, John Money. Assista ao trailer completo abaixo:

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[TRAILER] INFERNO
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