Mundo5 min de leitura

Filho de Elon Musk que trocou de sexo volta a causar polêmica em novo comercial com críticas à Inteligência Artificial

Marca de roupas contratou Vivian Wilson para uma campanha com críticas à Inteligência Artificial.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Robô e filho trans de Elon Musk em comercial da Desigual
Fonte da imagem: Reprodução

Receba notícias gratuitamente em seu email

Próximo envio em
12h
07m
46s

Após causar polêmica por participar em uma campanha da marca de roupas Desigual com críticas à IA, o filho trans de Elon Musk, Vivian Wilson apareceu em um novo vídeo.

Na peça ele aparece soldando o sistema de um robô inspirados no Optimus, humanoide desenvolvido pela Tesla

Enquanto faz isso, ele diz que “algumas coisas não foram feitas para serem concertadas, apenas aperfeiçoadas. Exatamente.”

Ele transforma a máquina em uma espécie de mancebo, como se tivesse programado a máquina para apenas servir de suporte para suas roupas.

Musk é um dos principais nomes por trás do boom da Inteligência Artificial, que está revolucionando o mundo e a política.

O novo mundo que parece emergir é o foco do novo documentário da Brasil Paralelo, Technocracia. Assista ao trailer abaixo:

Esse é o segundo vídeo da marca em que ele aparece, o primeiro criticava 

Campanha critica o uso da inteligência artificial

Segundo a Desigual, a campanha pretende transmitir uma ideia ligada à rebeldia e autenticidade, baseada no slogan:

"A maior rebelião já não é lutar contra o sistema, mas recusar fazer parte dele."

No início do vídeo, ele aparece lendo "R.U.R. – Rossum's Universal Robots", peça escrita por Karel Čapek em 1920 e conhecida por popularizar a palavra "robô". 

O detalhe reforça o simbolismo da campanha, construída em torno da relação entre tecnologia, liberdade e individualidade.

Em entrevista à revista People, Vivian explicou que aceitou participar do projeto porque a inteligência artificial ameaça profissionais criativos e também traz impactos ambientais:

"A arte é emoção por meio da expressão. Como a emoção é inerentemente humana, a IA tira qualquer intenção subjacente e a substitui por cores e formas plagiadas."

Elon Musk diz que foi enganado para autorizar transição do filho

Durante uma entrevista com Jordan Peterson em 2024, Elon Musk contou um pouco sobre como foi o processo de transição de seu filho.

O empresário disse que seu filho transgênero foi "morto" pelo "vírus da mente woke". Ele também declarou que não autorizaria a transição de sexo se fosse perguntado hoje

"Eu fui essencialmente induzido a assinar documentos para um dos meus filhos mais velhos". 

Xavier Alexander Musk tem atualmente 22 anos e responde pelo nome de Vivian Jenna Wilson. Ele e o irmão gêmeo Griffin são os mais velhos. 

Após passar pela transição, em 2020, realizou a mudança de documentos, e retirou o sobrenome do pai

"Isso foi realmente antes de eu ter qualquer compreensão do que estava acontecendo, e estávamos no meio da COVID, então existia muita confusão e me disseram que [o filho de Musk] poderia cometer suicídio."

Na entrevista, Musk se referiu à cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil": 

Não me explicaram que os bloqueadores de puberdade são, na verdade, medicamentos de esterilização infantil. Eu perdi o meu filho. Eles chamam esse processo de ‘deadnaming’ por um motivo e o motivo é porque meu filho morreu. Meu filho Xavier foi morto pelo “vírus woke””.

O empresário afirmou que o processo é realizado em crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento". 

O procedimento para troca de sexo em crianças e adolescentes tem sido cada vez mais normalizado ao longo dos últimos anos.

Apenas o Hospital das Clínicas de São Paulo tinha mais de 200 jovens de 4 a 17 anos iniciando a transição em 2023.

Isso vem junto com o avanço da ideologia de gênero. Apesar do conceito ter sofrido transformações, o médico que popularizou o termo foi responsável por um experimento macabro com crianças.

[VENDA] BP 10 ANOS

O experimento de John Money

Um dos principais problemas para suas teorias dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.

O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois filhos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.

Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina - e passam a chamá-lo de Brenda.

O experimento foi catalogado como um sucesso, mas a verdade é bem diferente. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond, investigar o que realmente aconteceu.

Essa história será contada pela Brasil Paralelo em seu primeiro filme internacional O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:

Clique aqui para não perder o lançamento em breve.

[VENDA] BP 10 ANOS
[VENDA] BP 10 ANOS