Marca de roupas contratou Vivian Wilson para uma campanha com críticas à Inteligência Artificial.

Após causar polêmica por participar em uma campanha da marca de roupas Desigual com críticas à IA, o filho trans de Elon Musk, Vivian Wilson apareceu em um novo vídeo.
Na peça ele aparece soldando o sistema de um robô inspirados no Optimus, humanoide desenvolvido pela Tesla.
Enquanto faz isso, ele diz que “algumas coisas não foram feitas para serem concertadas, apenas aperfeiçoadas. Exatamente.”
Ele transforma a máquina em uma espécie de mancebo, como se tivesse programado a máquina para apenas servir de suporte para suas roupas.
Musk é um dos principais nomes por trás do boom da Inteligência Artificial, que está revolucionando o mundo e a política.
O novo mundo que parece emergir é o foco do novo documentário da Brasil Paralelo, Technocracia. Assista ao trailer abaixo:
Esse é o segundo vídeo da marca em que ele aparece, o primeiro criticava
Segundo a Desigual, a campanha pretende transmitir uma ideia ligada à rebeldia e autenticidade, baseada no slogan:
"A maior rebelião já não é lutar contra o sistema, mas recusar fazer parte dele."
No início do vídeo, ele aparece lendo "R.U.R. – Rossum's Universal Robots", peça escrita por Karel Čapek em 1920 e conhecida por popularizar a palavra "robô".
O detalhe reforça o simbolismo da campanha, construída em torno da relação entre tecnologia, liberdade e individualidade.
Em entrevista à revista People, Vivian explicou que aceitou participar do projeto porque a inteligência artificial ameaça profissionais criativos e também traz impactos ambientais:
"A arte é emoção por meio da expressão. Como a emoção é inerentemente humana, a IA tira qualquer intenção subjacente e a substitui por cores e formas plagiadas."
Durante uma entrevista com Jordan Peterson em 2024, Elon Musk contou um pouco sobre como foi o processo de transição de seu filho.
O empresário disse que seu filho transgênero foi "morto" pelo "vírus da mente woke". Ele também declarou que não autorizaria a transição de sexo se fosse perguntado hoje:
"Eu fui essencialmente induzido a assinar documentos para um dos meus filhos mais velhos".
Xavier Alexander Musk tem atualmente 22 anos e responde pelo nome de Vivian Jenna Wilson. Ele e o irmão gêmeo Griffin são os mais velhos.
Após passar pela transição, em 2020, realizou a mudança de documentos, e retirou o sobrenome do pai.
"Isso foi realmente antes de eu ter qualquer compreensão do que estava acontecendo, e estávamos no meio da COVID, então existia muita confusão e me disseram que [o filho de Musk] poderia cometer suicídio."
Na entrevista, Musk se referiu à cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil":
“Não me explicaram que os bloqueadores de puberdade são, na verdade, medicamentos de esterilização infantil. Eu perdi o meu filho. Eles chamam esse processo de ‘deadnaming’ por um motivo e o motivo é porque meu filho morreu. Meu filho Xavier foi morto pelo “vírus woke””.
O empresário afirmou que o processo é realizado em crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento".
O procedimento para troca de sexo em crianças e adolescentes tem sido cada vez mais normalizado ao longo dos últimos anos.
Apenas o Hospital das Clínicas de São Paulo tinha mais de 200 jovens de 4 a 17 anos iniciando a transição em 2023.
Isso vem junto com o avanço da ideologia de gênero. Apesar do conceito ter sofrido transformações, o médico que popularizou o termo foi responsável por um experimento macabro com crianças.
Um dos principais problemas para suas teorias dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.
O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois filhos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.
Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina - e passam a chamá-lo de Brenda.
O experimento foi catalogado como um sucesso, mas a verdade é bem diferente. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond, investigar o que realmente aconteceu.
Essa história será contada pela Brasil Paralelo em seu primeiro filme internacional O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
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