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Política
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Gleisi Hoffmann diz que Lewandowski deve ter avisado Lula de contrato milionário com Banco Master

Escritório do ministro ganhou mais de R$5 milhões para consultorias jurídicas da empresa.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
28/1/2026 20:03
Valor Econômico

O ex-ministro Ricardo Lewandowski é mais um dos nomes no centro das polêmicas envolvendo o Banco Master

Seu escritório de advocacia recebeu mais de R$5 milhões por serviços de consultoria jurídica para a empresa de Daniel Vorcaro.

A ministra Gleisi Hoffmann disse que Lewandowski tinha contado para Lula sobre os contratos particulares que estava prestando antes de virar ministro da Justiça:

"Quando o presidente convidou o ministro Lewandowski, ele sabia que o ministro tinha contratos privados. O ministro informou que ia cumprir a lei e desvencilhar-se de todos os contratos, o que fez. Não há problema, irregularidade nenhuma, crime nenhum em ele ter contratos de consultoria. O ministro prestou relevantes serviços para o país".

Questionada se ele havia contado especificamente sobre sua relação com o Master, Gleisi disse que o ex-ministro “deve ter avisado”.

"Quero aqui lembrar que toda essa apuração feita em relação ao Banco Master foi feita sob a gestão do ministro Lewandowski, a gestão da Polícia Federal. Foi na gestão do ministro Lewandowski que o presidente do Master, o Vorcaro, foi preso", ressaltou.

Por fim, ela afirmou que o governo Lula está trabalhando para investigar as fraudes e destacou o trabalho do presidente do Banco Central:

"O governo tem mostrado que está empenhado em saber as responsabilidades dessa fraude e punir. Foi na gestão do Galípolo, do Banco Central, que se deu a intervenção do banco, da liquidação, e foi na gestão do Ministro Levandowski que a Polícia Federal fez uma apuração rigorosa, inclusive com a prisão do presidente do Master", declarou.

Lewandowski disse que não ocupava cargo quando trabalhou para o banco

A consultoria foi feita após indicação do senador Jaques Wagner (PT), segundo a jornalista Andreza Matai do Metrópoles.

O contrato previa pagamentos mensais de R$250 mil e foi assinado em 2023. O último pagamento foi feito em setembro do ano passado.

Em nota enviada ao G1, a assessoria de Lewandowski confirmou que ele prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco após deixar o STF:

"O ministro Ricardo Lewandowski, depois de deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2023, retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master".

No entanto, a assessoria afirmou que ele parou de trabalhar para o banco quando se tornou ministro do governo Lula:

"Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça de Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos".

Entenda melhor o caso do Banco Master com o especial da Brasil Paralelo. Assista completo abaixo:

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