Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.
O caso Banco Master pode ganhar novos desdobramentos, já que hoje a Polícia Federal iniciou o interrogatório de oito investigados.
Os depoimentos acontecem na sede do STF ou por videoconferência e seguem até terça-feira.
A investigação apura suspeitas de fraudes em operações que somam mais de R$23 bilhões.
Em março de 2025, foi anunciada a venda do Banco Master ao Banco de Brasília
O negócio foi barrado pelo Banco Central após surgirem dúvidas sobre se os bens e créditos do banco realmente valiam o que aparecia nos documentos e se poderiam ser usados para pagar dívidas.
Segundo o Banco Central e a Polícia Federal, o Master inflou seus números para aparentar solidez financeira e tentar viabilizar a venda.
Quem será ouvido?
Na segunda-feira (26):
Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor de Finanças e Controladoria do BRB
André Felipe de Oliveira Seixas Maia, empresário
Henrique Souza e Silva Peretto, empresário
Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de Tesouraria do Banco Master
Na terça-feira (27):
Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB
Luiz Antonio Bull, ex-diretor executivo do Banco Master
Angelo Antonio Ribeiro da Silva, executivo do Banco Master
Augusto Ferreira Lima, ex-executivo do Banco Master
A Polícia Federal investiga a suspeita de atuação em grupo organizado, administração irregular do banco, engano de investidores, manipulação do mercado e ocultação de dinheiro.
O que a PF investiga?
As investigações indicam:
R$12,2 bilhões em carteiras de crédito consideradas falsas vendidas ao BRB.
R$11,5 bilhões em fundos e ativos inflados, ligados a operações com a gestora Reag DTVM.
Emissão de CDBs, títulos em que investidores emprestam dinheiro ao banco, com rendimentos até 40% acima da média do mercado.
Uso de relações societárias e familiares para sustentar os números do banco.
O caso tramita no STF desde dezembro, por decisão do ministro Dias Toffoli, relator do processo.
A primeira fase da Operação Compliance Zero levou à prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em 17 de novembro de 2025, um dia antes da liquidação do banco pelo Banco Central.
Após o Master, também foram liquidados:
a CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (ex-Reag Trust), no dia 15;
Os depoimentos também podem esclarecer conversas de Vorcaro com autoridades. Em depoimento, ele afirmou ter discutido a venda do banco com o governador do DF, Ibaneis Rocha.
O governador confirmou dois encontros, mas negou tratar do negócio. Vorcaro nega irregularidades.
Entenda mais sobre o Caso do Banco Master no vídeo abaixo:
O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membros
Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa.
Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos.
Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo.