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Atualidades
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Caso Banco Master leva Nubank, XP e BTG à Justiça

Entidades concentram R$35,6 bilhões dos R$40,6 bilhões que o Fundo Garantidor de Créditos teve que pagar.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
27/1/2026 17:39
Reprodução

Todos os dias surgem novidades no que está prometendo ser um dos maiores episódios de corrupção da história do Brasil.

Dessa vez o efeito do Banco Master alcançou outros gigantes do ramo financeiro. A Justiça do Rio de Janeiro colocou Nubank, XP Investimentos e BTG Pactual no centro de uma ação que questiona a forma como CDBs do Master foram vendidos ao público.

O processo foi distribuído à 6.ª Vara Empresarial e discute o uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como principal argumento de segurança na oferta desses títulos.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, deixando cerca de R$40,6 bilhões em aplicações a serem ressarcidas pelo FGC.

A ação foi movida pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e do Trabalhador (Abradecont).

Segundo a entidade, o uso do fundo garantidor criou uma sensação de segurança total e ocultou riscos ligados à situação financeira do banco.

A estratégia levanta dúvidas sobre se as plataformas já tinham conhecimento de uma possível crise de liquidez do Banco Master.

A associação afirma que expressões como “baixo risco” e “adequado para investidores conservadores” reforçaram essa percepção, baseada quase exclusivamente na cobertura do FGC.

XP lidera a venda CDBs do Banco Master

Os dados do processo indicam que a XP liderou a distribuição, com R$26 bilhões em CDBs do banco. O BTG Pactual aparece com R$6,7 bilhões, e o Nubank, com R$2,9 bilhões.

Juntas, as três instituições respondem por R$35,6 bilhões dos R$40,6 bilhões acionados junto ao fundo.

A tese central da ação é que as plataformas tinham acesso a informações e capacidade técnica para avaliar que o risco do Banco Master era maior do que o usual.

Legalmente, a venda de CDBs de terceiros não é irregular. O questionamento está na avaliação e na comunicação do risco ao investidor.

Segundo a ação, mesmo diante de sinais de alerta, os títulos continuaram em destaque nas plataformas, inclusive para aplicações acima do limite do FGC, de R$250 mil por CPF e instituição.

A Abradecont pede que a Justiça determine a criação de uma garantia financeira já no início do processo.

A proposta é que a garantia financeira seja dividida entre as instituições: 65% para a XP, 25% para o BTG e 10% para o Nubank.

A entidade também pede que Banco Central, CVM e FGC sejam acionados para verificar alertas de risco e como a cobertura do fundo foi apresentada ao público.

XP afirma que ação é oportunista

A XP classificou a ação como oportunista e afirmou que não houve dano concreto, já que os investidores estão sendo ressarcidos.

A corretora sustenta que os produtos eram de baixo risco por estarem cobertos pelo FGC e alertou para possível impacto sistêmico no mercado.

O Nubank informou que deixou de ofertar novos CDBs do Banco Master em 2024.

A instituição afirmou cumprir rigorosamente as normas regulatórias e destacou que não trabalha com assessores de investimento. A instituição herdou parte desses produtos após a incorporação da Easynvest.

O BTG Pactual não se manifestou.

Entenda o que está por trás do caso Banco Master.

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