Um caso de agressão a um cachorro chocou o Brasil nos últimos dias e chegou aos primeiros lugares entre os assuntos mais pesquisados.
Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos das agressões que levaram à morte de Orelha, um cachorro vira-lata de 10 anos, considerado um dos símbolos da Praia Brava, em Florianópolis.
Até o momento, ninguém foi preso. A polícia cumpriu mandados de busca para apreender celulares e outros equipamentos que possam ajudar a esclarecer a participação de cada adolescente nas agressões.
Dois deles foram alvo direto das ações, enquanto os outros dois estavam em uma viagem previamente marcada aos Estados Unidos e devem retornar ao Brasil nos próximos dias.
Como são menores de 18 anos, o caso segue um processo próprio previsto na legislação brasileira.
Se a participação dos adolescentes for confirmada, eles não serão julgados pelo Código Penal comum. O caso será tratado como ato infracional, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A punição mais severa prevista é a internação por até três anos, com liberação obrigatória quando o jovem completar 21 anos.
As famílias de dois dos jovens negaram publicamente o envolvimento dos filhos. Em notas, afirmaram que os adolescentes estariam sofrendo acusações injustas e exposição indevida nas redes sociais.
Uma das famílias disse que o filho não aparece nos vídeos que circulam na internet e garantiu que está colaborando com as autoridades.
A Polícia Civil informou que, ao final da investigação, o relatório será encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei, responsável por dar andamento ao caso.
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