As autoridades chilenas prenderam a ex-ministra da Suprema Corte Ángela Vivanco sob acusações de suborno, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
A detenção é considerada inédita no país. ocorreu na noite de domingo (25), em sua residência, na capital chilena.
A prisão foi decretada após decisão judicial que apontou indícios de que Vivanco teria usado o cargo para interferir em processos judiciais e favorecer interesses privados em troca de vantagens indevidas.
A Justiça determinou prisão preventiva, citando risco de obstrução das investigações e a gravidade dos fatos.
Vivanco já havia sido afastada do cargo em outubro do ano passado.
Em 7 de novembro, o marido dela e os advogados também foram formalmente acusados.
Os dois advogados estão presos preventivamente em um centro de detenção destinado a crimes de colarinho branco.
Durante a operação, a polícia apreendeu cerca de R$72,9 milhões em dinheiro vivo, além de aproximadamente R$36,5 mil, guardados em cofres e caixas de papelão, principalmente nos escritórios de Vargas e Lagos.
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