Nas últimas semanas, o resort de luxo Tayayá chamou a atenção da mídia após o jornal Metrópoles apontar relações entre a propriedade e o ministro Dias Toffoli, do STF.
Agora, novas informações indicam que o empreendimento funciona sem licenciamento ambiental para parte de suas estruturas.
O Instituto Água e Terra (IAT), órgão ambiental do Paraná, afirmou ao Estadão que o resort localizado em Ribeirão Claro opera de forma irregular desde 2021.
A irregularidade mais recente envolve uma área de expansão construída atrás do prédio principal do resort.
No local, foram erguidas 18 casas de alto padrão, com cerca de 300 metros quadrados cada.
Apesar disso, o conjunto não possui licença ambiental de operação, exigida para o funcionamento comercial.
Um parecer técnico de 2022 divulgado pelo Estadão mostra que o espaço recebeu a autorização de construção, mas não para o uso comercial.
O advogado e atual proprietário, Paulo Humberto Barbosa, disse que os problemas foram resolvidos:
“E daí? Se foi aplicado uma compensação ambiental e foi resolvido, foi saneado, o que que tem? Eu desconheço pendência ambiental. Se teve alguma, foi antes da minha gestão. Você já teve uma multa de trânsito? Pagou a multa, resolveu o problema.” Falou para o Estadão.



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