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Política
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Flávio Bolsonaro chamou Lula de antissemita e prometeu firmar acordo com Israel se for eleito presidente

O pré-candidato também elogiou a diplomacia de Trump e ações do presidente argentino Javier Milei em conferência anual em Jerusalém.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
27/1/2026 18:51
Reprodução

Se Lula já foi considerado “pessoa não bem-vinda" em Israel, a família Bolsonaro tem o apreço e a atenção das autoridades israelenses. E isso foi comprovado hoje, mais uma vez.

Flávio Bolsonaro chamou Lula de antissemita em um evento em Jerusalém. O pré-candidato à presidência do Brasil foi recebido calorosamente por Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel e fez promessas às autoridades caso seja eleito em 2026.

"Lula é antissemita. Isso não é um exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações.”
“O principal formulador da política externa de Lula e seu principal assessor, Celso Amorim, escreveu o prefácio de um livro que elogia o Hamas e o apresenta como um grupo político normal”, disse Flávio durante a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo.

O pré-candidato à presidência também disse que, se for eleito, se alinhará a Israel:

“Israel está na linha de frente da democracia contra a barbárie. Deixe-me dizer isso claramente, o Brasil deve estar com Israel, com os judeus, com as democracias que lutam contra o terror.
O Brasil se uniu a Israel na luta contra o terrorismo, sem desculpas e sem duplo padrão. Infelizmente, esse legado foi quebrado. Hoje, o antissemitismo não é um problema menor, não é apenas parte do passado, é real e uma ameaça global".

O prefácio mencionado pelo senador é do livro "Engajando o Mundo: A Política Externa do Hamas", de Daud Abdullah. Ao longo de seu discurso, ele elogiou a ação dos EUA e do presidente argentino, Javier Milei:

"Os acordos liderados pelo grande presidente argentino, Javier Milei, são um passo histórico. Eles fortaleceram as ligações diplomáticas, econômicas e institucionais entre Israel e as democracias latino-americanas. E deixe-me dizer isso claramente: se depender de mim, o Brasil assinará oficialmente os acordos em janeiro de 2027", declarou.

Na abertura da conferência, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, citou Flávio e Eduardo Bolsonaro como convidados ilustres:

O que são os Acordos mencionados por Flávio Bolsonaro?

Inspirados no modelo de paz do Oriente Médio, os Acordos de Isaac são um pacto de cooperação entre Israel e países da América Latina, com a Argentina à frente da articulação.

Os países passam a ter acesso facilitado a soluções israelenses em áreas como segurança digital e defesa. A ideia do acordo é unir governos que buscam modernizar sua infraestrutura e consolidar Israel como o principal parceiro tecnológico da região.

Durante o evento, Flávio afirmou em uma indireta a Lula que "o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel" e que os dois países "compartilham uma longa e honrosa história com valores compartilhados".

Por que Lula foi considerado “não bem-vindo” em Israel?

Em fevereiro de 2024, durante uma cúpula na Etiópia, Lula comparou as operações militares israelenses em Gaza ao extermínio de judeus promovido por Hitler:

"O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus."

O jornal americano The New York Times destacou que a comparação causou uma "tempestade diplomática", levando Israel a repreender formalmente o embaixador brasileiro no Memorial do Holocausto.

Em declarações posteriores, reportadas pela Reuters e pelo The Guardian, Lula reiterou suas críticas, afirmando que não utiliza a palavra "Holocausto" por erro, mas para denunciar o que chama de "genocídio" e "punição coletiva".

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