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Atualidades
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Lewandowski afirma que contrato com o Banco Master passou para o seu filho após sua entrada no governo Lula

Consultoria rendeu R$6,5 milhões e esteve em vigor do período em que ele deixou o STF até setembro de 2025.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
28/1/2026 13:02
Geraldo Magela/Agência Senado

Cada vez mais pessoas ligadas aos principais poderes da República aparecem envolvidas no caso do Banco Master.

O mais recente nome citado é o do ex-ministro da Justiça e do STF Ricardo Lewandowski, que confirmou ter firmado um contrato de consultoria com o Banco Master, responsável por render R$6,5 milhões à sua empresa.

Segundo nota divulgada, o contrato passou a ser executado por seu filho, Enrique Lewandowski, assim que Ricardo assumiu cargo no governo Lula.

A consultoria tinha caráter institucional e previa pagamentos mensais de R$250 mil.

Ao longo de agosto de 2023 a setembro de 2025, esses repasses somaram R$6,5 milhões, segundo a empresa do ex-ministro.

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Chefe do Governo havia indicado Lewandowski ao Master

A assinatura do contrato ocorreu no mesmo período em que Ricardo Lewandowski passou a integrar um comitê estratégico do Banco Master, segundo O Globo.

A assessoria do ex-ministro afirmou, porém, que ele não recebeu remuneração nem exerceu função de conselheiro.

O contato entre Lewandowski e o banco teria ocorrido por indicação do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

Wagner disse que, ao ser procurado, lembrou do ex-ministro, que havia acabado de deixar o STF e fez a indicação ao Master.

Segundo a assessoria, ao aceitar o convite para assumir o Ministério da Justiça, em janeiro de 2024, Lewandowski comunicou a direção do banco. A consultoria então foi transferida para seu filho, Enrique, especialista em temas fiscais.

Três meses depois, o Master informou que Henrique Meirelles substituiu Lewandowski no comitê estratégico.

Mesmo após a saída do ex-ministro, o escritório de advocacia ainda faturou R$5 milhões com o banco ao longo de 21 meses. Os pagamentos foram encerrados em setembro de 2025, quando o Banco Central vetou a compra do Master pelo BRB.

Segundo a assessoria, Enrique Lewandowski atuava apenas na discussão de temas fiscais e da reforma tributária. Ele não elaborou pareceres nem atuou em processos ou causas específicas.

Auxiliares do presidente Lula, segundo o Metrópoles, minimizaram o acordo e disseram que Lewandowski já havia se afastado das atividades do escritório desde fevereiro de 2024.

Ainda assim, o presidente comentou o caso na semana passada afirmando que “tem muita gente” que defende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por “falta de vergonha na cara”.

Entenda mais sobre o caso Banco Master no canal da Brasil Paralelo.

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