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Trump expulsa Zelensky e pode enterrar acordo de paz

Trump e Zelensky brigam, acordo de minerais é descartado e Putin sai fortalecido.

Por
Redação
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Trump e Zelensky brigam, acordo de minerais é descartado e Putin sai fortalecido.
Fonte da imagem: Metrópoles

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Nesta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025, um encontro explosivo entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca marcou o colapso das relações entre os dois líderes.

A discussão, centrada na guerra contra a Rússia, acabou em gritos, com Zelensky saindo abruptamente e todas as reuniões futuras canceladas.

De acordo com a FoxNews, Trump teria expulsado o presidente ucraniano da Casa Branca, sepultando um acordo de minerais e entregando uma vitória estratégica ao presidente russo, Vladimir Putin.

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Confronto na Casa Branca

A reunião começou com o objetivo de discutir o apoio americano à Ucrânia, em guerra com a Rússia desde 2022. Fontes primárias relatam que Trump exigiu que Zelensky "fizesse um acordo" para encerrar o conflito, alertando: 

"Você está brincando com a Terceira Guerra Mundial."

O tom escalou quando Trump acusou o ucraniano de ser "desrespeitoso" e de não valorizar os bilhões de dólares enviados pelos EUA — mais de US$ 50 bilhões só em 2024, segundo o Departamento de Defesa.

Zelensky resistiu, defendendo a necessidade de mais ajuda militar, mas a tensão explodiu com a intervenção do vice-presidente JD Vance, que criticou o líder ucraniano por "litigar na mídia americana" em vez de buscar soluções.

Após o embate, Zelensky deixou a Casa Branca, e Trump anunciou o cancelamento de todas as reuniões planejadas, descartando de vez o acordo de minerais que estava em negociação.

"Zelensky não está pronto para a paz e desrespeitou os EUA no nosso sagrado Salão Oval." 

Vitória para Putin?


O rompimento fortalece Vladimir Putin, que vê os laços entre Washington e Kiev enfraquecidos. Analistas apontam que a insistência de Zelensky em prolongar a guerra, apoiada por vozes progressistas nos EUA e na Europa, abriu espaço para essa reviravolta.

Enquanto líderes globais pedem mais armas e fundos, ignorando os custos ao contribuinte americano, Trump reforça sua política de "America First", rejeitando o papel de financiador eterno de conflitos externos.

Críticos alegam que abandonar a Ucrânia é ceder à Rússia. Apoiadores rebatem: a agenda de guerra infinita beneficia apenas elites globalistas e a indústria armamentista, enquanto a população ucraniana sofre.Dados mostram que a postura de Zelensky, respaldada por essa visão, levou ao fracasso das negociações, entregando a Putin um trunfo diplomático.

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