Um dos pontos mais caricatos dos debates eleitorais para a prefeitura de São Paulo em 2024 foram os embates entre Pablo Marçal (PRTB) e o psolista Guilherme Boulos.
Os dois trocaram ofensas ao vivo, o que rendeu uma série de memes, cortes e repercussões nas redes sociais.
Uma das principais acusações feitas pelo coach foi que Boulos seria um usuário de drogas. Isso rendeu apelidos como “cheirador” e “aspirador de pó”.
O ex-candidato repetiu isso em quase todos os debates e chegou a publicar um laudo falso que confirmaria essas acusações.
A Justiça determinou hoje (2) que Marçal deverá pagar R$100 mil para Boulos por causa dessas acusações.
O juíz Danilo Fadel de Castro destacou que a liberdade de expressão “admite críticas ácidas, contundentes e até mesmo indelicadas”, mas não crimes contra a honra e “tampouco a fabricação e disseminação dolosa de fatos sabidamente inverídicos com o intuito de aniquilar a reputação alheia”.
“No caso em tela, a conduta do réu Pablo Henrique Costa Marçal ultrapassou, e muito, as raias do debate político civilizado e da crítica administrativa. […] Porém, a gravidade da conduta atingiu seu ápice com a divulgação de um laudo médico falso”, afirmou o magistrado.




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