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Atualidades
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EUA deixam a Organização Mundial da Saúde

Saída ocorre em meio a impasse sobre dívidas atrasadas e regras da própria organização.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
22/1/2026 18:17
Reuters

Os Estados Unidos deixam a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira, de acordo com a CBC.

Horas após iniciar seu segundo mandato, em Janeiro de 2025, Trump assinou uma ordem executiva para encerrar a participação americana na OMS após um ano.

O movimento retoma um processo iniciado em 2020, durante seu primeiro governo.

Pela lei dos EUA, a saída exige aviso prévio de um ano e o pagamento de todas as taxas pendentes.

A OMS afirma que os Estados Unidos ainda devem cerca de US$ 260 milhões (aproximadamente R$1,38 bilhão), referentes a 2024 e 2025, o que pode dificultar a formalização da retirada.

Qual o motivo da saída dos EUA da OMS?

Ao anunciar a saída, o governo Trump citou:

  • má gestão da pandemia de COVID-19 pela OMS;
  • falta de independência política da organização;
  • suposto favorecimento à China no início da pandemia.

De acordo com especialistas ouvidos pela CBC, a força histórica da OMS está na cooperação contínua entre países e não apenas em respostas emergenciais.

Desde 1952, o Sistema Global de Vigilância e Resposta à Influenza reúne dados de 131 países para orientar vacinas contra a gripe.

Sem os EUA, o acesso a informações e a adequação das vacinas podem ser prejudicados.

A OMS também coordena respostas a surtos como dengue, Ebola, MERS e outras doenças. A exclusão de cientistas americanos tende a reduzir a capacidade de resposta.

China pode passar a ser o maior financiador da OMS

Após a Segunda Guerra, os EUA usaram a chamada “diplomacia das vacinas” como instrumento de política externa.

Em 1967, lideraram o programa da OMS que erradicou a varíola até 1980. Em 1974, ajudaram a lançar o Programa Ampliado de Imunização, que ampliou a cobertura infantil global.

Em 2025, os EUA deixaram de assinar o Acordo da OMS sobre Pandemias. A China, por sua vez, prometeu cerca de US$500 milhões (aproximadamente R$ 2,65 bilhões) à OMS nos próximos cinco anos.

Com isso, deve se tornar o maior financiador da agência e ampliar sua influência sobre as prioridades globais.

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