Mortes de manifestantes acabaram e execuções de presos foram canceladas, segundo o presidente americano.
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Trump disse ao governo iraniano que não tem planos de atacar o país neste momento. A informação foi divulgada pelo jornal paquistanês Dawn, com base em declarações do embaixador do Irã no Paquistão, Reza Amiri Moghadam.
O diplomata disse que o presidente americano pediu para Teerã não agir contra os interesses americanos na região.
Ele também falou que o regime iraniano está negociando com os manifestantes e acusou a mídia ocidental de incitar a violência nas ruas do país.
Ao longo das últimas semanas, a tensão entre EUA e o regime dos aiatolás aumentou em meio à violenta repressão contra os protestos que começaram no ano passado.
A Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA) falou que aproximadamente 2.400 mil manifestantes já perderam a vida.
A situação pode ser ainda mais drástica. O jornal Iran international, disse que membros das forças de segurança contaram que podem haver mais de 12 mil mortos.
Além disso, a HRANA tem dito que mais de 18 mil pessoas foram presas pelo regime desde o início dos protestos.
O presidente americano havia dito que poderia intervir na situação caso a violência continuasse.
Dois oficiais europeus ouvidos pela agência Reuters chegaram a afirmar que há grandes chances de os Estados Unidos lançarem uma ação militar contra o Irã. Um deles declarou que a ofensiva poderia acontecer em 24 horas.
No entanto, o presidente disse ter recebido informações confiáveis de que a violência acabou durante uma coletiva de imprensa na tarde de hoje:
“Ouvimos que a matança no Irã parou e não há planos para uma execução ou execuções. Disseram-me isso de uma fonte confiável. Vamos descobrir. Tenho certeza de que, se acontecerem [execuções], ficaremos muito chateados.”
Entenda os protestos que tomaram conta do país com o especial da Brasil Paralelo. Assista completo abaixo:
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