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Aborto
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Novo estudo sobre aborto avaliou mais de um milhão de gestações e revela impacto na saúde das mulheres

Estudo indica que aborto aumenta o risco para a saúde mental das mulheres.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
29/8/2025 14:26
Jusbrasil

Realizar aborto pode prejudicar a saúde mental das mulheres. Esta é a conclusão de um levantamento realizado com 1,2 milhão de gestações, ao longo de 17 anos em Quebec. A pesquisa trouxe novas evidências sobre a relação entre aborto e saúde mental.

Um estudo publicado no Journal of Psychiatric Research acompanhou mulheres entre 2006 e 2022. Das gestações acompanhadas 28.721 optaram pelo abortos induzidos.

As mulheres foram monitoradas por até 17 anos após o fim da gestação para avaliar hospitalizações relacionadas a problemas de saúde mental.

Principais resultados

  • Hospitalizações por saúde mental: 104 por 10 mil pessoas-ano após aborto, contra 42 por 10 mil entre gestações levadas a termo.

  • Transtornos psiquiátricos: risco 1,81 vez maior após aborto.

  • Transtornos por uso de substâncias: risco 2,57 vezes maior.

Entre essas substâncias estão:

  • Álcool;
  • Opióides;
  • Maconha;
  • Cocaína;
  • Estimulantes;
  • Alucinógenos;
  • Sedativos;
  • Outras substâncias.
  • Tentativas de suicídio: risco 2,16 vezes maior.
  • O impacto foi mais forte em mulheres com transtornos mentais prévios (risco 9 vezes maior) e em menores de 25 anos (risco 2,5 vezes maior).
  • O risco foi mais intenso nos primeiros cinco anos após o aborto e diminuiu gradualmente depois. Após 17 anos, segundo o estudo, a diferença em hospitalizações gerais deixou de ser significativa, mas os casos ligados a drogas e álcool permaneceram mais altos.

Perfis mais vulneráveis

  • Idade: risco maior entre jovens. Mulheres com menos de 20 anos que abortaram tiveram 2,5 vezes mais chance de internação por problemas psiquiátricos do que aquelas que levaram a gravidez até o fim.
  • Histórico de saúde mental: quem já tinha diagnóstico prévio apresentou risco nove vezes superior de internação posterior.
  • Aborto repetido: mulheres com mais de um aborto registraram aumento adicional de risco.
  • Com filhos anteriores: também houve associação com maior probabilidade de hospitalização.

O aborto é tema de debates em várias partes do mundo. O que raramente entra em pauta, no entanto, são as origens e as motivações de quem promove essa prática. O documentário Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos de aborto, da Brasil Paralelo, revela histórias de mulheres que viveram essa realidade de perto. 

Pesquisa afirma que índice de suicídios é seis vezes maior em mulheres que realizaram abortos

Em uma outra pesquisa realizada no Reino Unido, o Dr. Gregory Pike, do Adelaide Centre for Biothics and Culture, analisou trabalhos realizados mundialmente e publicou um trabalho intitulado “O aborto e a saúde das mulheres”.

O estudo foi realizado na Sociedade para a Proteção da Criança por Nascer do Reino Unido (SPUC).

O Dr. Pike descobriu entre as mulheres do estudo, que:

“O suicídio é cerca de seis vezes maior após o aborto do que após dar à luz. O aborto está associado a taxas significativamente maiores de morte para as mulheres até dez anos após um aborto, em comparação a mulheres que dão à luz”.

Ao apresentar o relatório em 27 de outubro de 2017, Antonia Tully, diretora de campanhas da SPUC, afirmou que entidades que apoiam o aborto não parecem se interessar pelo impacto nas mulheres.

“[…] ao lobby pró-aborto e à indústria do aborto, que gasta milhões de libras do contribuinte por realizar abortos financiados pelo Estado, não parece interessar o impacto do aborto nas mulheres ou se recusam a olhar o impacto que tem”.
“Nós realmente nos importamos com o fato de que mulheres que têm um aborto experimentam problemas de saúde mental 30% mais do que mulheres que dão à luz. […] Para nós, importa muito que o risco de suicídio seja aproximadamente seis vezes maior após um aborto do que após um parto”.

Ligação entre aborto e aumento de hospitalizações

Os pesquisadores afirmam que o aborto induzido esteve associado a aumento no risco de hospitalizações por problemas de saúde mental até 17 anos após o procedimento.

Esse risco foi mais elevado nos primeiros cinco anos e diminuiu ao longo do tempo, embora tenha permanecido acima da média para transtornos ligados ao uso de substâncias.

Segundo os autores a opção pelo aborto pode indicar maior vulnerabilidade psicológica e que é possível oferecer apoio em saúde mental e suporte social.

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