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Empresas americanas pretendem substituir o trabalho humano pela Inteligência Artificial

Estudo da Universidade Duke e Banco Federal de Atlanta mostra que 54% dos CEOs planejam aumentar o uso de IA em até um ano, priorizando a automação de tarefas.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Robô aperta a mão de homem
Fonte da imagem: Freepick

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Uma pesquisa da Universidade Duke, na Carolina do Norte, em parceria com o Banco Federal de Atlanta revelou que 2/3 dos CEOs das empresas consultadas estão priorizando utilizar inteligência artificial (IA) para automatizar tarefas que hoje são executadas por seres humanos. 

O estudo foi feito entre 13 de maio e 3 de junho deste ano e avaliou como está o nível de otimismo dos empresários com relação à economia do país. A análise dos empresários é de 60% de confiança no mercado, mesmo índice do primeiro trimestre de 2024.

Questionados sobre o quanto suas empresas usam o recurso de automação, 40% dos entrevistados afirmou que as companhias usam o recurso. Desses, a maior parte representa grandes empresas. Dentre os que têm planos de implantar a inteligência artificial em até um ano, 54% afirma que pretende ampliar o uso do recurso em detrimento do trabalho humano. 

Empresas estão em um dilema com relação ao assunto

A adoção da tecnologia de Inteligência Artificial (IA) no dia a dia divide opiniões nas organizações. Há o receio de não adotar ferramentas de Inteligência Artificial e absorver perda de produtividade e falta de inovação tecnológica na velocidade ideal.  Por outro lado, a cautela se justifica pelos problemas que a IA pode causar, como difundir informações imprecisas.

De acordo com um artigo da Fast Company, a maioria das empresas chamam o momento atual de 'reinvenção'. A fundadora da plataforma de governança de IA Credo AI, Navrina Singh, declarou em entrevista à revista que agora é a hora de entender e padronizar como usar esses dispositivos.

Singh argumenta que, quando as empresas usam tecnologia como o ChatGPT, precisam se perguntar quais são os riscos e antecipar possíveis problemas. A executiva finalizou afirmando que sem uma abordagem padrão para a gestão de riscos, as empresas podem acabar apenas reagindo aos problemas em vez de preveni-los.

Os dados da pesquisa da Universidade Duke mostram que a tendência dos empresários em investir em automação pode sinalizar otimismo econômico para os próximos anos. No entanto, há ainda o dilema entre os benefícios de redução de custos com os riscos de desinformação e a perda do toque humano. A adoção da IA promete eficiência, mas também sinaliza desafios que ainda precisam ser debatidos ao longo do tempo.

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