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Exercício militar no Irã / Iranian Tasnim News Agency/AP
Depois do cessar-fogo das autoridades iranianas que mataram mais de 2.400 manifestantes em seu território, Donald Trump deixou de lado as ameaças que fez ao país a fim de parar as mortes.
Uma semana depois, os EUA enviaram navios de guerra para a região do Irã e Trump disse que o fizeram “por precaução”. Até que no dia 23 deste mês, em resposta ao envio dos navios, uma autoridade da alta cúpula do regime iraniano afirmou:
Estamos nos preparando para o “pior cenário”, inclusive uma “guerra total”.
Porta-aviões USS Abraham Lincoln enviado a região do Irã / Daniel Kimmelman
Em seguida, o chanceler do Irã Abbas Araghchi disse que não negociarão com os EUA sob ameaças:
“Conduzir a diplomacia por meio de ameaças militares não pode ser eficaz nem útil. Se eles querem que as negociações avancem, certamente precisam deixar de lado ameaças, exigências excessivas e a colocação de questões ilógicas”.
O cenário era de tensão. Como alguém que esqueceu o gás aberto, vazando, e a qualquer momento que um fósforo for aceso… Guerra. E foi então que Trump ameaçou o regime iraniano em sua rede social The Truth, ontem pela manhã:
“Uma enorme armada está a caminho do Irã. É uma frota maior do que a enviada à Venezuela. Está pronta, disposta e apta a cumprir sua missão rapidamente, com velocidade e violência, se necessário.
Esperamos que o Irã se sente à mesa de negociações o mais breve possível e chegue a um acordo justo e equitativo - SEM ARMAS NUCLEARES - um acordo que seja bom para todas as partes. O tempo está se esgotando. FAÇAM UM ACORDO! [...] O próximo ataque será muito pior! Não deixem isso acontecer novamente.”
Truth Social
“O início de uma guerra sem precedentes”
Diante da ameaça e da lembrança de Trump sobre a operação realizada pelos EUA em parceria com Israel em junho do ano passado, quando três instalações nucleares do Irã foram bombardeadas, o Irã respondeu a Trump e ao mundo:
"Um ataque limitado é uma ilusão. Qualquer ação militar dos EUA, de qualquer origem e em qualquer nível, será considerada o início de uma guerra, e sua resposta será imediata, abrangente e sem precedentes, visando o agressor, o coração de Tel Aviv e todos os apoiadores do agressor", afirmou Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo do regime.
Uma nuvem de drones
Conforme a tensão aumenta, as forças armadas iranianas se preparam. Nas últimas horas, 1.000 drones foram adicionados ao arsenal do regime, afirmou Amir Hatami, chefe das Forças Armadas em um pronunciamento na TV estatal iraniana:
"Conforme as ameaças perante nosso país, o Exército mantém e aprimora suas vantagens estratégicas para um combate rápido e uma resposta esmagadora contra qualquer agressor".
Tasnim/Reprodução
A Missão Permanente do Irã na ONU também se manifestou, afirmando que o país está aberto ao diálogo, mas se for pressionado militarmente, “se defenderá e responderá como nunca”.
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