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Ministros do STF evitam assinar carta de apoio a Moraes

Apenas seis ministros compareceram a jantar com Lula para mostrar unidade do Judiciário.

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Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Ministros do STF, magistrados se recusaram a assinar carta e comparecer a jantar em defesa de Moraes.
Fonte da imagem: Felipe Sampaio/STF/Folha de São Paulo

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Alexandre de Moraes tentou articular uma resposta às sanções que ele recebeu do governo americano, mas não conseguiu o apoio que esperava de seus colegas do STF.

Segundo o site Poder 360, o ministro propôs que os onze assinassem uma carta conjunta em sua defesa, após ser enquadrado na Lei Magnitsky Global

  • Conheça a história por trás da lei com o especial A História de Sergei Magnitsky: o Crime Brutal que deu Origem à Lei:

A maioria dos integrantes do STF considerou a proposta inadequada, principalmente por envolver críticas a uma decisão interna dos EUA.

Após a recusa, a Corte publicou apenas uma nota oficial assinada pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, em tom neutro e sem mencionar diretamente os Estados Unidos

Ministros não compareceram a jantar de apoio a Moraes

No dia seguinte, Lula organizou um jantar no Palácio da Alvorada para reunir todos os ministros do STF

A ideia era reforçar a imagem de união institucional e registrar uma foto com os onze magistrados ao lado do presidente.

O presidente pediu ao ministro Luís Roberto Barroso para convidar os magistrados da corte para o evento.

No entanto foi um fracasso, apenas 6 dos 11 ministros aceitaram participar do jantar e um deles teria comparecido a contragosto.

Segundo apuração do portal Poder360, Fachin não queria ir, mas se fez presente por estar prestes a assumir a presidência da Corte e Moraes será seu vice.

Compareceram os ministros: 

  • Alexandre de Moraes, 
  • Luís Roberto Barroso, 
  • Gilmar Mendes, 
  • Cristiano Zanin, 
  • Flávio Dino e 
  • Edson Fachin.

Faltaram os ministros: 

  • André Mendonça, 
  • Dias Toffoli, 
  • Carmen Lúcia,
  • Luiz Fux e 
  • Nunes Marques.

O evento deveria ter sido semelhante ao que aconteceu após os protestos de 8 de janeiro de 2023.

Na ocasião, os líderes dos Três Poderes se reuniram na sede do STF para demonstrar a unidade das instituições.

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