O Irã tem enfrentado uma grave onda de protestos desde o final do ano passado. Ontem (8), manifestantes voltaram a tomar as ruas.
Em meio ao cenário de crise e instabilidade política, o líder supremo do país, o Aiatolá Ali Khamenei, se pronunciou.
Ele criticou os manifestantes, os acusando de agirem como “mercenários de potências estrangeiras”.
O ditador também disse que a República Islâmica não tolerará atos de “vandalismo” e falou que ações do tipo atendem a interesses de governos considerados inimigos, como o americano e israelense.
A fala também foi marcada pela acusação de que as mãos do governo Trump estaria com as mãos “manchadas de sangue” desde os ataques aéreos em junho do ano passado.
Promotor promete pena de morte para manifestantes
Ao longo das últimas semanas, o governo tem aumentado a repressão contra os manifestantes.
As autoridades derrubaram a internet em quase todo o território iraniano, segundo a ONG NetBlocks, que monitora o acesso à telecomunicação ao redor do planeta.
O Corpo da Guarda Revolucionária afirmou que a “situação é inaceitável” e tem o direito de se vingar de “atos terroristas”.
Além disso, um procurador da capital Teerã afirmou que poderá entrar com um pedido de pena de morte para que depredar patrimônio público.




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