Enquanto os olhos do mundo voltavam para a captura do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, outra nação que se opõe aos EUA enfrenta uma grave crise política.
O Irã está enfrentando uma grande onda de protestos que começaram no dia 28 de dezembro e seguem ativos.
As manifestações começaram em Teerã, impulsionadas por comerciantes e lojistas, e se espalharam para cerca de 32 cidades.
Os protestos acontecem em meio a uma crise econômica e à falta de perspectivas para a população.
A inflação é um dos principais motivos para as manifestações. Ao longo do último ano, a moeda iraniana, o rial, passou por uma desvalorização histórica.
A inflação ultrapassou 42%, com um aumento de 52% nos preços em comparação com 2023. Isso fez os preços de alimentos, medicamentos e serviços básicos dispararem.
Com o passar dos dias, os protestos ganharam um caráter político mais explícito. As demandas deixaram de ser apenas sobre a economia e passaram a incluir críticas ao regime islâmico.
Manifestantes clamam pelo fim da atual estrutura de poder e há até registros de defesa até mesmo da restauração da monarquia, derrubada pelo Aiatolá Khomeini em 1979.




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