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Internacional
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Irã fica sem internet em meio a protestos contra a República Islâmica

Príncipe exilado convocou manifestantes a continuarem enfrentando o regime dos Aiatolás

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
8/1/2026 19:45
Agência Brasil

Os iranianos enfrentam uma queda da internet em todo o país em meio a uma onda de protestos contra a República Islâmica.

A ONG NetBlocks, que monitora o acesso à telecomunicação ao redor do planeta, confirmou o apagão no território iraniano.

Até o momento não foram divulgados detalhes sobre a falha na conexão. A televisão estatal também tem divulgado que as ruas estão pacíficas.

No entanto, vídeos com imagens de embates violentos e caos social têm sido divulgados nas redes sociais.

Entenda os protestos no Irã

As manifestações começaram em Teerã, impulsionadas por comerciantes e lojistas, ainda no final do ano passado.

A principal causa foi a crise econômica e falta de perspectivas para a população. O Irã tem enfrentando uma grave inflação desde o último ano.

A inflação ultrapassou 42%, com um aumento de 52% nos preços em comparação com 2023. Isso fez os preços de alimentos, medicamentos e serviços básicos dispararem. 

Com o passar dos dias, os protestos ganharam um caráter político mais explícito. As demandas deixaram de ser apenas sobre a economia e passaram a incluir críticas ao regime islâmico

Manifestantes clamam pelo fim da atual estrutura de poder e há até registros de defesa até mesmo da restauração da monarquia, derrubada pelo Aiatolá Khomeini em 1979.

Diversos vídeos divulgados nas redes sociais têm mostrado pessoas levantando a bandeira do Irã pré-revolução.

A população também tem entoado palavras de ordem contra o regime, como “é o ano do sangue, Khamenei será derrubado”.

Herdeiro do trono iraniano convoca protestos

O filho do último Xá do Irã, Reza Pahlevi, divulgou um vídeo em suas redes sociais no qual ele incentiva os manifestantes a tomarem as ruas.

Apesar da reação violenta do regime, vocês estão resistindo e isso é inspirador. Vocês certamente viram as grandes multidões repetidamente fazendo as forças do regime recuarem e houve um aumento em deserções para o lado do povo. Por isso é importante manter essas demonstrações o mais disciplinadas e maiores possíveis.”

Em uma outra publicação, ele diz que “o mundo e Trump estão observando atentamente. A repressão ao povo não ficará sem resposta”.

O herdeiro do trono persa vive nos EUA desde a queda da monarquia. Seu pai era um dos principais aliados americanos no Oriente Médio.

Trump declarou que está acompanhando a situação no país e pode agir se mais manifestantes morrerem:

Estamos acompanhando de perto. Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos Estados Unidos”.

O presidente americano já havia dito anteriormente que está disposto a ajudar os manifestantes e que seu país está “pronto para agir” caso houvesse mais violência.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também disse ser solidário à “luta do povo iraniano”.

O Irã é um dos principais inimigos de Israel. Entenda a rivalidade entre os dois países com o especial da Brasil Paralelo. Assista completo abaixo:

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