4 celebridades que apoiam a ideologia de gênero para crianças e adolescentes
Desde financiar movimentos trans até elogios à transição de crianças, veja como esses famosos defendem essa causa.

Ao longo dos últimos anos, diversos estúdios e grandes nomes de Hollywood tem se posicionado a favor de pautas identitárias.
Uma das que mais tem se propagado ao longo dos últimos anos é a ideologia de gênero, que está no centro do debate político nos EUA, principalmente após a eleição de Trump.
Veja a seguir uma lista de celebridades que já declaram apoio à pauta para crianças:
O experimento com crianças conduzido por um dos principais nomes da ideologia de gênero é o tema do primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O Menino Que Se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
Anne Hathaway
A atriz que se consolidou em produções como Diário de uma Princesa e O Diabo Veste Prada chegou a ganhar o prêmio de “Aliada Nacional pela Igualdade” da Human Rights Campaign.
A ONG se dedica a monitorar a implementação de pautas woke em grandes corporações nos EUA.
Eles mantém um ranking com as empresas que aplicam políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão.
Segundo o grupo Inspire Investing, uma pontuação máxima no índice pode indicar que a empresa oferece cobertura para cirurgias de transição de sexo em menores de idade ligados aos funcionários.
Durante o evento em que recebeu a premiação da ONG, a atriz fez um discurso no qual usou linguagem neutra e defendeu a transição de uma criança de apenas 10 anos:
“Sarah McBride me entregou um bilhete de uma menina transgênero de 10 anos chamada Ella. Ela escolheu esse nome por causa do meu filme Uma Garota Encantada. E, nesse bilhete, Ella me agradeceu pela minha coragem como aliada. Ella, querida, quero deixar uma coisa absolutamente clara para você: não é preciso coragem nenhuma para amar você.”
Assista ao discurso completo abaixo:
Daniel Radcliffe
O ator que estrelou Harry Potter se apresenta como um apoiador da ideologia de gênero desde 2020, quando entrou em rota de colisão com J.K. Rowling.
Na ocasião, ele respondeu comentários feitos pela autora alegando que transsexuais deveriam ser vistos como mulheres:
“Mulheres trans são mulheres. Qualquer declaração em contrário apaga a identidade e a dignidade das pessoas transgênero e vai contra todos os conselhos dados por associações profissionais de saúde que têm muito mais conhecimento sobre esse assunto do que J.K. ou eu”
A escritora que criou o bruxo mais famoso do mundo criou um fundo com seu nome para apoiar a luta para preservar o espaço das mulheres em áreas profissionais, esportes e até uso do banheiro.
Radcliffe também chegou a participar de um programa Sharing Spaces, no qual conversou com jovens trans para ouvir sobre sua transição como crianças.
O programa foi criado pelo The Trevor Project, uma organização que afirma ajudar a evitar o suicídio de jovens LGBT.
Apesar disso, a ONG é acusada de aliciar menores de idade através de fóruns anônimos e ensiná-los a ocultar informações de suas famílias.
Mark Ruffalo
Conhecido por interpretar o Hulk nos filmes dos Vingadores da Marvel, Ruffalo é um fervoroso apoiador de pautas da esquerda americana.
Entre as questões que ele defende publicamente estão as pautas identitárias, que incluem a ideologia de gênero.
Em 2016, ele se envolveu em uma polêmica após escolher o ator Timothy McNeil para interpretar um transessual no filme Anything.
A produção se tornou alvo de críticas pelo fato do ator não se dizer mulher na vida real, levando Ruffalo a se desculpar em um comentário no X:
“À comunidade trans: eu escuto vocês. É angustiante ver vocês sofrendo dessa forma. Fico feliz que estejamos tendo essa conversa. Já era hora. Por favor, tenham um pouco de compaixão. Estamos todos aprendendo.”
Ele voltou a causar polêmica em 2020, quando aderiu à #ProtectTransKids. Em suas redes sociais, disse que “Junto-me em solidariedade às crianças trans em todo o país.”
Em seguida, pediu que seus seguidores prestassem apoio a três organizações que apoiam a transição de gênero para crianças e adolescentes.
As duas primeiras estavam ligadas ao estado do Texas, sendo elas a Texas Equality e a Transgender Education Network (TENT).
Ambas fazem parte da campanha Southern Equality (Igualdade Sulista) e atuam para difundir a ideologia de gênero e fazer lobby a favor de leis favoráveis à pauta.
A campanha também oferece apoio jurídico para famílias que procuram transacionar seus filhos apesar das leis no estado não permitirem.
A outra organização era o braço da American Civil Liberties Union no Alabama, que age de maneira semelhante às anteriores.
Ariana Grande
A cantora e atriz, Ariana Grande, é outra celebridade que defende a transição de sexo até mesmo para crianças e adolescentes.
Além de se posicionar a favor da medida, ela também chegou a criar uma organização dedicada a isso.
Com o nome Fundação Brighter Days Ahead, Dias Melhores pela Frente em português, a instituição reúne quatro fundos dedicados a financiar grupos LGBT.
Um dos fundos, chamado de Proteger e Defender, encaminha recursos para a Trans Youth Emergency Project.
Segundo o próprio site da Fundação, essa ONG “oferece apoio financeiro e serviços de orientação para famílias de jovens transgênero em todo o país que foram afetadas por leis que proíbem os cuidados de saúde de afirmação de gênero.”
Atualmente, 25 estados americanos tem algum tipo de restrição para a transição de sexo em menores de 18 anos.
Entre os tratamentos proibidos estão cirurgias de redesignação de sexo, uso de bloqueadores de pulberdade e hormônios cruzados, utilizados para fazer o corpo se desenvolver como o sexo desejado.
No site da organização, está escrito que ela ajuda as famílias a deixarem esses estados para ter acesso à transição para crianças e adolescentes:
“Nossa equipe fornece serviços personalizados de orientação individualizada para profissionais de saúde ainda não impactados e apoia famílias de jovens transgêneros com auxílios para viagens.”
A transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.
Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, foi responsável por um experimento envolvendo crianças.
Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.
O experimento polêmico de John Money
Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.
Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.
O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.
Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.
A experiência é catalogada como um sucesso, mas a verdade é bem mais sombria. Cabe ao pesquisador e rival de John Money, Dr. Milton Diamond expôr o que realmente aconteceu.
Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
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