Cerca de 30% dos adolescentes americanos se consideram trans
Pesquisa mostra que o aumento no número de diagnósticos nos EUA tem sido puxado por menores de idade.

Um estudo divulgado pelo Williams Institute, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), estima que mais de 2,8 milhões de pessoas se identificam como trans nos Estados Unidos.
Esse número representa aproximadamente 1% da população total americana e tem crescido principalmente entre os mais jovens.
Segundo o levantamento, cerca de 724 mil adolescentes entre 13 e 17 anos se identificam como trans, isso representa um em cada 30 pessoas nessa faixa etária.
Os adolescentes entre 13 e 17 anos representam 25,3% de toda a população trans dos Estados Unidos, embora correspondam a apenas 7,7% da população geral.
Entre os adultos, o grupo de 18 a 24 anos também aparece em destaque, 2,72% afirmam se identificar como trans.
Esse percentual é muito superior ao observado entre pessoas de 35 a 64 anos (0,42%) e entre aqueles com 65 anos ou mais (0,26%).
Somados, adolescentes e jovens adultos representam mais da metade da população trans estimada pelo estudo.
Para elaborar o relatório mais recente, os pesquisadores utilizaram dados coletados entre 2021 e 2023 pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC).
O experimento com crianças conduzido por um dos primeiros nomes nos estudos sobre de gênero é o tema do primeiro filme internacional da Brasil Paralelo, O Menino Que Se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
Número cresceu 70% em um ano
Outro levantamento realizado pela Komodo Health, a pedido da agência Reuters, mostra um crescimento expansivo no número.
A análise utilizou registros médicos e informações de seguros de saúde de uma base com 330 milhões de americanos.
Segundo o estudo, houve um aumento de 70% dos diagnósticos de disforia de gênero entre crianças e adolescentes entre 2020 e 2021.
Foram identificados 121.882 pacientes entre 6 e 17 anos com diagnóstico de disforia de gênero em 2021 e nos cinco anos anteriores.
Desse total, 17.683 receberam bloqueadores da puberdade ou hormônios do sexo oposto.
O número de menores submetidos a essas intervenções passou de 2.394 em 2017 para 5.063 em 2021, mais que dobrando no período analisado.
Os pesquisadores afirmam que esses números provavelmente subestimam a quantidade de casos, pois não incluem tratamentos realizados fora dos planos de saúde ou sem diagnóstico formal.
A transição de sexo em crianças não é uma novidade entre as pessoas que defendem a Ideologia de Gênero.
Na realidade, o próprio médico responsável por difundir o conceito, John Money, fez um experimento envolvendo bebês.
Ele defendia que o sexo biológico não determinava a forma como uma pessoa se identificava, mas sim a socialização a partir dos primeiros meses de vida.
O experimento polêmico de John Money
Essa tese o levou a realizar um de seus experimentos mais polêmicos, o caso dos irmãos Reimer.
Um dos principais problemas para sua teoria dentro da comunidade científica na época era que ela não poderia ser testada de maneira experimental.
O cenário muda quando aparece a família Reimer. Os pais tiveram dois irmãos gêmeos, porém um deles, Bruce, perdeu o pênis durante uma cirurgia de circuncisão mal sucedida.
Desesperados, eles aceitam seguir os conselhos do médico e criar o filho que passou pelo acidente como se fosse uma menina, Brenda.
A experiência é catalogada como um sucesso, mas a realidade dos irmãos é bem mais sombria.
Essa história está sendo contada pela Brasil paralelo em seu novo filme O Menino que se Chamava Brenda. Assista ao trailer completo abaixo:
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