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Universidade quebra o silêncio sobre “Jesus gay” em bloco de pré-carnaval

Um boato nas redes sociais dizia que o vídeo foi gravado por uma professora da instituição.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Frente da Unisinos
Fonte da imagem: qualisign

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A Universidade do Vale dos Sinos (Unisino), em Porto Alegre, publicou um story onde se manifesta sobre um caso polêmico: uma ex-professora teria gravado um homem zombando de Jesus Cristo em um bloco de pré-carnaval.

No vídeo aparece um homem vestindo uma coroa de espinhos com as cores da bandeira LGBT, fazendo uma performance de striptease até ficar só com uma sunga.

Enquanto isso, espectadores e membros do grupo responsável pela performance cantavam “vamos tirar Jesus da cruz” e “eu tô pregadão”.

Essas frases fazem parte do refrão da música "pregadão”, criada pelo grupo. A música também associa a imagem de Cristo pautas woke, dizendo que “Jesus é negão” e “é mulher”.

O vídeo viralizou nas redes sociais, causando revolta em milhares de pessoas que sentiram sua fé ser atacada abertamente.

Um boato também começou a circular nas plataformas, acusando uma professora da Unisino de ter gravado o vídeo.

As contas da Universidade começaram a receber uma série de críticas por causa dessa informação, acusando a instituição de supostamente manter uma profissional que apoia esse tipo de evento.

A enxurrada de críticas fez com que a instituição divulgasse uma nota oficial em seu story para se desassociar do acontecimento

Na publicação, a universidade afirmou que a responsável pelas gravações tinha sido demitida antes do acontecimento.

Além disso, acusou as pessoas que divulgaram a informação nas redes sociais de estarem espalhando Fake News:

 Story da universidade. Imagem: Instagram.

A nota continua destacando que a universidade defende a fé cristã, além disso tem raízes católicas e ligação com o Jesuítas:

Story da universidade. Imagem: Instagram.

Apesar da professora não estar mais nos quadros da universidade, em muitos casos professores e alunos usam o espaço universitário para zombar da fé e de valores cristãos.

As universidades brasileiras foram tomadas por ideologias do espectro político da esquerda

Alunos, professores e funcionários que pensam de forma diferente do pensamento hegemônico são censurados por seus colegas.

A Brasil Paralelo levou suas câmeras para dentro das universidades para tentar entender a situação real das universidades e a situação chegou a esse ponto com a série Unitopia.

Assista abaixo o primeiro episódio de Unitopia:

A série completa está disponível no streaming da Brasil Paralelo. Aproveite a oferta especial e tenha acesso a todas as produções originais por apenas R$10. 

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Reações ao vídeo

Uma das primeiras figuras públicas a reagirem contra o vídeo foi o vereador de Canoas, Ezequiel Vargas Rodrigues (PL).

O parlamentar criticou a postura de grupos LGBT sobre a fé cristã, chamando de “movimento que se diz lutar por seu direito e ataca diariamente o cristianismo”.

 Criou também um projeto de lei que proíbe símbolos cristãos em eventos públicos que defendem a pauta.

O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) também criticou o evento e questionou se “os integrantes do movimento LGBT também serão investigados por racismo religioso?”.

A fala do ex-parlamentar faz referência ao caso aberto pelo Ministério Público da Bahia contra Claudia Leitte após a cantora evangélica mudar a letra de sua própria música, chamada Caranguejo.

Em vez de prestar reverência a Iemanjá, rainha das águas nas religiões de matriz africana, ela menciona Yeshua, nome de Jesus em hebráico.

A vereadora de Porto Alegre, Mariana Lescano (PP), disse em suas redes sociais que acionou o Ministério Público e a Polícia Civil para apurarem a performance.

Além disso, ela redigiu um Projeto de Lei para estabelecer punições contra artistas que usarem suas produções para desrespeitar símbolos artísticos.

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