Empresário afirmou que o caso representa uma inversão de valores.

O empresário e influenciador Tallis Gomes relatou que o Ministério Público o colocou na mira por autorizar um grupo cristão em sua empresa.
Durante o programa Pensando o Brasil, o fundador da Easy taxi e da G4 Educação contou que apoiou uma iniciava de seus funcionários;
“Eu, por exemplo, fui processado pelo Ministério Público porque toda segunda na minha empresa tem uma célula dos evangélicos e eles fazem orações lá e fazem louvor e tal. E eu acho lindo isso. Sou católico, né? Mas não tenho absolutamente nada contra isso.”
Ele fez questão de destacar que se trata de uma empresa privada respeitando a fé e as crenças de seus funcionários
Na legenda da publicação, Tallis Gomes destacou que o cenário representa uma inversão de valores:
“Até onde vai a inversão de valores de um país em que o empresário que trabalha, emprega, educa e produz valor para a sociedade vira alvo por permitir que pessoas cultuem a Deus dentro da própria empresa?”.
A mensagem seguiu destacando a importância da religião para o trabalho, como forma de se encontrar sentido:
“Quando a fé se torna alicerce, o trabalho ganha sentido, o lucro encontra propósito e a vida se ordena em direção a algo maior do que o dinheiro, o poder ou a aprovação pública.”
Infelizmente, esse não é um caso isolado. Grupos cristãos tem entrado na mira da Justiça por levar suas crenças a lugares como empresas e universidades.
A Brasil Paralelo investigou o preconceito contra os cristãos em seu novo documentário, O Brasil Evangélico. Assista ao trailer abaixo:
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