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Internacional
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Trump diz que não foi ao G20 por causa de violência contra brancos na África do Sul

Lula disse que a falta de Trump no evento “não significa nada”.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
28/11/2025 14:20
ABC News

Trump afirmou que os EUA não participaram da cúpula do G20 em protesto contra a falta de ação do governo sulafricano diante da violência contra fazendeiros brancos no país:

Os Estados Unidos não compareceram ao G20 na África do Sul porque o governo sul-africano se recusa a reconhecer ou enfrentar as horríveis violações de direitos humanos sofridas pelos africâneres e outros descendentes de colonos holandeses, franceses e alemães.”

O presidente afirma que “estão matando pessoas brancas e permitindo que suas fazendas sejam tomadas” no país.

A publicação seguiu acusando a grande imprensa de se recusar a falar sobre o que está acontecendo no país.

Ele também falou que a África do Sul não será convidada para a cúpula do G20 no ano que vem, o evento acontecerá na cidade de Miami, Flórida.

Segundo o presidente, isso seria uma reação ao fato da África do Sul ter se recusado a transferir a presidência do G20 a funcionários da embaixada americana.

Lula criticou a ausência de Trump no G20

Durante sua fala na cúpula que reúne as 20 maiores economias do mundo, Lula acusou o presidente americano de tentar acabar com as organizações multilaterais:

O presidente Trump está tentando fazer uma pregação prática do fim do multilateralismo, tentando fortalecer o unilateralismo. E eu acho que vai vencer o multilateralismo

Ele seguiu sua fala dizendo que a falta dos EUA não significa nada, já que as demais grandes economias do mundo compareceram:

A ausência de um dirigente não significa nada para o G20. Não significa nada, porque o G20 são as maiores economias do mundo”.

Entenda as acusações de Trump contra a África do Sul

Trump confrontou o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, sobre um suposto genocídio contra fazendeiros brancos em seu país, durante um encontro no Salão Oval em maio. 

Após falar sobre temas como comércio e minerais, o presidente americano começou a tratar sobre essa questão

"Temos milhares de reportagens falando sobre isso. Temos documentários, temos notícias", afirmou.

Logo em seguida, o Trump pediu que as luzes do salão oval fossem apagadas e mostrou um vídeo.

A gravação trazia um compilado de discursos violentos do líder do partido marxista Combatentes pela Liberdade Econômica, Julius Malema. Veja completo abaixo:

O vídeo começa com Malema discursando no parlamento sul-africano e defendendo abertamente a invasão de propriedades rurais:

Não há nada que vocês possam fazer, nada que este parlamento possa fazer. Com ou sem vocês o povo continuará ocupando terras, não precisamos da permissão de vocês, do presidente e de ninguém… Vamos ocupar terrar”.

Logo em seguida, aparece o trecho de um comício no qual o líder socialista afirma que “uma revolução demanda matança em um ponto”.

O presidente americano também mostrou imagens de uma procissão feita por pessoas que perderam seus parentes para a violência rural na África do Sul.

Na gravação diversas cruzes estão dispostas na estrada, cada uma representaria um fazendeiro branco morto.

Poucas semanas antes do acontecimento, o governo americano havia dado status de refugiado para fazendeiros sul africanos.

Após o vídeo, o presidente da África do Sul afirmou que esse se trata apenas de um grupo muito pequeno de pessoas que têm essa visão mais radical

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