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Atualidades
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Ronaldinho Gaúcho aparece em relatório relacionado ao Banco Master

Craque afirmou que não sabia do uso de seus imóveis em negociações financeiras.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
5/2/2026 17:53
Jovem Pan

Uma reportagem do jornal O Globo apontou que dois terrenos de Ronaldinho Gaúcho, em Porto Alegre, serviram de garantia para a captação de R$330 milhões pelo Banco Master, sem que o jogador tivesse conhecimento da operação.

A investigação do Ministério Público Federal e do Banco Central aponta que o esquema utilizou títulos imobiliários baseados em obras que nunca saíram do papel para inflar artificialmente o patrimônio do banco e da gestora Reag.

A defesa do atleta afirma que o negócio imobiliário original foi cancelado ainda em 2021 devido à falta de licenças ambientais e pendências de IPTU.

  • Entenda a polêmica envolvendo o Banco Master no canal da Brasil Paralelo.

Terrenos usados como garantia do negócio

A investigação descobriu que terrenos do ex-atleta foram usados como "lastro", ou seja, como garantia, para uma operação que movimentou milhões de reais no mercado.

Para entender como o esquema funcionava, é preciso conhecer o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Esse título funciona como uma promessa de pagamento: uma empresa recebe dinheiro hoje de investidores e promete devolvê-lo com juros usando o lucro de aluguéis ou vendas de imóveis que acontecerão no futuro.

No caso investigado, a empresa Base Securitizadora emitiu R$330 milhões nesses papéis, prometendo ganhos sobre empreendimentos nos terrenos de Ronaldinho.

O problema central identificado pelos órgãos de fiscalização é que as obras eram inexistentes. O negócio entre o jogador e as construtoras jamais avançou por problemas com a prefeitura e falta de licenças.

Mesmo assim, os títulos continuaram circulando como se os terrenos estivessem gerando valor real. Segundo a defesa de Ronaldinho, ele nunca soube que suas propriedades estavam sendo usadas para garantir créditos financeiros.

A investigação aponta que o dinheiro captado não era investido em construção, mas seguia um "circuito fechado". O valor saía do banco, passava por empresas intermediárias e voltava para fundos controlados pelo próprio Banco Master ou pela gestora Reag.

De acordo com a reportagem do O Globo, essa manobra servia para registrar ativos nos balanços e passar uma imagem de solidez aos órgãos reguladores, escondendo a falta de dinheiro real em caixa.

O Banco Master quanto a Reag foram liquidados pelo Banco Central devido à falta de dinheiro para arcar com seus compromissos.

O montante total de títulos sob suspeita chega a R$1 bilhão, e o processo corre sob supervisão do ministro do STF, Dias Toffoli.

Este é mais um episódio do caso que está abalando o país. No dia 23/02, às 20h, a Brasil Paralelo estreará sua nova podução: Raio-X Banco Master.

A exibição será única e gratuita no YouTube.

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