A revista The Economist transformou o Big Mac em régua para medir salários. Como o McDonald’s está presente em mais de 100 países, o hambúrguer virou um termômetro global do poder de compra.
O índice McWages calcula quantos Big Macs um trabalhador médio consegue comprar com seu salário, seja ao longo do ano ou por hora trabalhada. Quanto maior o número, maior o poder de compra.
A ideia nasceu do Índice Big Mac, criado em 1986 para comparar preços do lanche em diferentes países e medir o custo de vida. A diferença é que, enquanto o índice original olha para o preço do hambúrguer, o McWages foca na renda do trabalhador.
Nos dados de 2024, os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar no ranking anual, com 13.601 Big Macs por trabalhador.
No recorte por hora de trabalho:
O índice não mede a riqueza total de um país, mas oferece uma forma de comparar salários em diferentes lugares.
Ele se baseia no Big Mac Index, criado em 1986 pela The Economist.
O objetivo do índice é ilustrar a teoria da paridade do poder de compra (PPC), segundo a qual, com o tempo, as moedas tendem a se ajustar para que uma mesma cesta de bens custe o mesmo em todos os países.
No caso do Índice Big Mac, essa cesta é apenas um hambúrguer.
O método acabou sendo adotado em estudos acadêmicos e se tornou uma referência internacional para entender como o dinheiro rende de maneiras diferentes ao redor do mundo.
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