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A Polícia Federal concluiu a contagem do dinheiro arremessado pela janela de um apartamento durante a terceira fase da Operação Barco de Papel.O valor soma R$429 mil, segundo os investigadores.
Um dos ocupantes do imóvel lançou uma mala com dinheiro em espécie pela janela do banheiro.
Cédulas foram vistas caindo do edifício e espalhadas pelo chão enquanto os policiais executavam as ordens judiciais.
Dinheiro que foi jogado pela janela. Imagem: Polícia Federal.
A ação investiga sobre os R$970 milhões aplicados pelo RioPrevidência no Banco Master.
Além disso, também apura suspeitas de irregularidades nos investimentos do fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro em títulos do Banco Master.
A Justiça Federal do Rio autorizou dois mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú e Itapema, no litoral catarinense.
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Polícia aponta tentativa de obstrução
Ao entrarem em um apartamento em Balneário Camboriú, os policiais federais presenciaram o momento em que um dos ocupantes lançou pela janela uma mala contendo dinheiro vivo. O valor foi recuperado.
Além das notas, a operação resultou na apreensão de:
Dois veículos de luxo;
Dois smartphones.
Segundo a PF, esta fase foi motivada por “indícios de obstrução de investigações e de ocultação de provas”.
A ação também busca recuperar bens e valores que teriam sido retirados de imóveis no Rio de Janeiro já alvo de buscas anteriores.
O RioPrevidência aplicou R$970 milhões em títulos do Banco Master entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos para 2033 e 2034.
Master está sob suspeitas de irregularidades envolvendo operações com créditos de alto risco. Segundo informações já divulgadas, os papéis adquiridos pelo fundo não contavam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
A investigação apura possíveis crimes como:
Gestão fraudulenta;
Desvio de recursos;
Crimes contra o sistema financeiro nacional;
Indução em erro de repartição pública;
Fraude à fiscalização ou ao investidor;
Associação criminosa;
Corrupção passiva.
A primeira fase da operação teve como alvos o ex-diretor de investimentos do fundo, Euchério Rodrigues, e o ex-gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal, que deixaram seus cargos após as suspeitas.
Em 3 de fevereiro, o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal.
Deivis havia viajado para os Estados Unidos e ao retornar ao Brasil, desembarcou em Guarulhos, mas não embarcou na conexão para o Rio. Em vez disso, alugou um carro e seguiu pela Rodovia Dutra.
Ele foi preso em Itatiaia (RJ), cerca de duas horas após deixar São Paulo.
O fundo informou que negocia a substituição dos títulos do Banco Master por precatórios federais. A investigação segue sob responsabilidade da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.
A Operação Barco de Papel entra agora em uma fase voltada à recuperação de valores e ao aprofundamento das apurações sobre a aprovação dos investimentos.
Entenda a polêmica envolvendo o Banco Master no canal da Brasil Paralelo.
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