Segundo apuração do jornal canadense Juno News, Jesse Strang é o possível autor do crime. Familiares confirmaram sua identidade ao portal.

Uma pessoa abriu fogo em uma escola no oeste do Canadá nesta terça-feira (10) e deixou dez mortos e 25 feridos. O crime aconteceu na cidade de Tumbler Ridge e é considerado por autoridades um dos maiores massacres da história do país.
De acordo com o portal canadense, Juno News, o principal nome suspeito é o de Jesse Strang, que se identifica como transgênero. Ele teria se matado no local.
Além dos mortos no colégio, a polícia encontrou vítimas em uma casa vizinha e uma pessoa morreu a caminho do hospital.
O primeiro-ministro Mark Carney cancelou compromissos na Europa e afirmou que está “devastado” com o ocorrido.
O tiroteio começou por volta das 13h20 no horário local (19h20 em Brasília) na escola que atende cerca de 175 alunos.
Os Policiais entraram no prédio e encontraram seis pessoas mortas, além do corpo da atiradora.
Horas antes do crime, a polícia chegou a emitir um alerta sobre uma mulher de vestido e cabelos castanhos que agia de forma suspeita na região, mas o ataque não foi evitado.
Além das mortes no colégio, os agentes encontraram dois corpos em uma casa próxima que pertencia à família da atiradora. Outra vítima morreu antes de chegar ao hospital, totalizando o total de dez pessoas mortas.
De acordo com o boletim médico, houve ainda 25 feridos leves e dois em estado grave. A polícia faz buscas em fazendas vizinhas para garantir que não existam outros envolvidos.
O principal nome suspeito dos disparos é o de Jesse Strang. A informação foi confirmada pelo tio da suspeita, Russell G. Strang.
Jesse se identificava como uma mulher transgênero e mantinha uma conta no YouTube com a bandeira do movimento trans e o uso de pronomes femininos.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, desistiu de viajar para uma conferência de segurança na Alemanha. Ele também afirmou que está devastado pelo acontecido e que se une a todos os canadenses no luto pelas vítimas.
O prefeito da cidade, Darryl Krakowka, disse que não esperava que algo assim pudesse acontecer na pequena cidade onde “todos se conhecem como uma família".
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