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Política
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PF quer Toffoli fora do caso Master e ministro responde. Caso vai escalar?

Gabinete do ministro disse que agentes da PF não têm o direito de fazer esse pedido e levará o caso para o presidente do STF.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
12/2/2026 11:28
Uol

A Polícia Federal pediu o afastamento de Dias Toffoli do caso Master na noite de ontem (11), após encontrar conversas com o ministro no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O gabinete do ministro respondeu o pedido com uma nota, na qual criticou a postura da PF e disse que ela não está de acordo com a lei:

O pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil.”

Além disso, a assessoria de Toffoli informou que o pedido será levado ao presidente do STF, o ministro Edson Fachin:

Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.”
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Não é a primeira vez que agentes da PF criticam a forma como Toffoli tem lidado com o caso do Banco master.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que representa os delegados da PF, já havia divulgado uma nota sobre o caso.

Em nota divulgada em seu site oficial, a entidade afirmou acompanhar o caso com “preocupação” e que prerrogativas da categoria vêm sendo deixadas de lado:

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) acompanha com elevada preocupação o desenvolvimento das investigações relacionadas ao Banco Master, na medida em que há indícios de que prerrogativas legalmente asseguradas aos Delegados de Polícia Federal responsáveis pela condução do feito vêm sendo indevidamente mitigadas.”

O documento aponta para uma tensão institucional entre a Polícia e o Judiciário, às medida que o STF tem ignorado o planejamento da polícia.

Segundo a Associação, os delegados têm enfrentado um "cenário de caráter manifestamente atípico".

Apesar de não citar o ministro Dias Tóffoli, relator do caso, a nota alega que suas decisões estão atrapalhando o andamento das investigações:

"No caso em referência, contudo, há notícias de que decisões judiciais vêm determinando a realização de acareações, prazos exíguos para buscas e apreensões, bem como para inquirições, à margem do planejamento investigativo estabelecido pela autoridade policial".

Outras decisões do ministro envolviendo a escolha de peritos e transferência de informações também foram criticadas:

Ademais, registra-se a existência de determinações judiciais relativas à lacração de objetos apreendidos, ao encaminhamento de materiais para outros órgãos e, ainda, à escolha nominal de peritos para a realização de exames periciais, providências que destoam dos protocolos institucionais da Polícia Federal.”

Entenda o caso do Banco Master

A maior fraude bancária na história do Brasil”, foi assim que Fernando Haddad classificou o caso do Banco Master.

Agora, policiais e jornalistas estão revelando que o Vorcaro mantinha uma ampla rede de contatos com alguns dos nomes mais poderosos do Brasil.

Entenda o caso a fundo com o especial da Brasil Paralelo, Raio-X Banco Master, com a apresentação de Caio Coppola.

Clique aqui para não perder a única exibição gratuita no Youtube, que acontecerá no dia 23 de fevereiro às 20 horas.

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