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Mansão de Messi em Ibiza é vandalizada por ativistas ambientais

A mansão do astro do futebol avaliada em 11,2 milhões de euros foi pichada por ativistas ambientais

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
A mansão do astro Lionel Messi, vandalizada por ativistas ambientais
Fonte da imagem: Jovem Pan

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Um grupo de ativistas pró-meio ambiente jogou tinta vermelha e preta na propriedade do jogador Lionel Messi, localizada em Ibiza, na Espanha. O episódio ocorreu na terça-feira, dia 06 de agosto. 

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A localização da mansão de Messi, em Ibiza, na Espanha. Imagem: Getty Images.

Os integrantes da organização não governamental “Futuro Vegetal” afirmaram que tinham o objetivo de “chamar a atenção para a responsabilidade dos ricos na crise climática”. 

Os ativistas publicaram nas redes sociais um vídeo em que aparecem em frente ao imóvel do atleta, segurando um cartaz em que está escrito:

“Help the Planet - Eat the Rich - Abolish the Police”
“Ajude o planeta, coma os ricos. Acabe com a polícia”, em tradução livre. 

Na publicação, o grupo mencionou um antigo relatório da Oxfam. O documento data de 2003 e aponta que o 1% mais rico da população mundial emitiu a mesma quantidade de carbono que os ⅔ mais pobres.

O grupo argumenta que os mais vulneráveis são os que mais sofrem as consequências da crise, embora sejam os que menos contribuem para criá-la. 

A mansão de Lionel Messi

A residência é classificada como “de alto luxo” e possui um spa, uma sauna e uma sala de cinema. 

A propriedade foi comprada em 2022, pelo valor de  R$11,2 milhões (o equivalente a R$62 milhões, em valores da época. Atualmente a mansão vale algo em torno de R$70 milhões). 

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O grupo Futuro Vegetal

O grupo é conhecido por realizar eventos semelhantes com várias personalidades. 

Em 2023, eles lançaram tinta em um iate que pertencia a Nancy Walton Laurie, a herdeira do grupo Wal-Mart. 

Em 2022, membros do mesmo coletivo realizaram uma ação no Museu do Prado, na Espanha, em que “colaram” as mãos em pinturas do espanhol Francisco Goya. 

Em janeiro deste ano, a polícia espanhola prendeu três dos principais líderes do grupo, além de dois participantes da ação no Museu do Prado e outros 18 integrantes. 

Os membros do grupo foram soltos pouco tempo depois. 

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