O Comando Sul oficialmente mobiliza forças contra cartéis de droga que os EUA vincula à ditadura da Venezuela

Após semanas de operações militares americanas no Caribe, o secretário de Guerra, Pete Hegseth, oficializou o início da operação “Lança do Sul”.
A missão busca atingir "narco-terroristas” e “proteger” os americanos das drogas que os estão matando.
O anúncio ocorre em meio a uma escalada de tensões com a chegada do porta-aviões USS Gerald R. Ford e a execução de vinte ataques contra “narco-embarcações” que os EUA vincula ao regime de Nicolás Maduro.
Segundo fontes do Pentágono, Trump recebeu nesta semana novas opções de ataque terrestre.
Em redes sociais, pessoas destacam uma semelhança entre essa operação e a Operação Lança de Netuno que resultou na morte do líder terrorista da Al-Qaeda, Osama Bin Laden.
Em publicação nas redes sociais, Hegseth afirmou que a operação, conduzida pelo Comando Sul, busca “defender a pátria”, “remover narcoterroristas do hemisfério” e garantir que “o hemisfério ocidental permaneça protegido”.
A operação mobilizará quase uma dezena de navios da Marinha, incluindo o USS Gerald R. Ford, além de cerca de 12 mil marinheiros e fuzileiros.
Embora apresentada como uma campanha antidrogas, analistas apontam que o porte da força e sua proximidade com a Venezuela indicam objetivos mais amplos.
Segundo o Pentágono, a missão tem como alvo redes de narcotráfico que operam tanto no Caribe quanto no Pacífico, onde recentemente embarcações mexicanas também foram atingidas por ataques americanos.
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