Ex-presidente apresenta sinais de traumatismo craniano leve após bater a cabeça enquanto dormia
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A jornalista do Uol, Daniela Lima, ironizou a queda de Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde novembro.
Quando puxou a pauta para a comentarista Carla Araújo, ela perguntou “Quem caíu da cama?”
Em seguida ela repetiu a pergunta para sua colega, que não havia entendido a expressão, dizendo:
“Quem caiu da cama e teve um traumatismo craniano leve?”
Daniela Lima também riu quando o jornalista e escritor Ricardo Kotscho, que também participou do programa, respondeu dizendo: “caiu da cama e virou maquete”.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou as falas em suas redes sociais. Ela publicou um story com o trecho e colocou a palavra “Asqueroso”.

Michelle contou que seu marido teve uma crise enquanto dormia e bateu a cabeça. A defesa de Bolsonaro havia apresentado um laudo indicando que ele apresentava sinais de um traumatismo cranioencefálico leve.
A informação chegou a ser confirmada pelo médico Cláudio Birolini, que tem acompanhado a saúde do ex-presidente:
"Em vista da situação em que ele se encontra, quedas com traumatismos são uma de nossas maiores preocupações. Já havíamos alertado sobre esse risco", afirmou o médico.
Alexandre de Moraes negou que Bolsonaro fosse transferido imediatamente para o Hospital DF Star, onde recebe atendimento médico em Brasília.
O ministro afirmou que sua decisão se baseia em um relatório da PF, que "constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação".
"Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal", declarou Moraes em sua decisão.
No entanto, ele afirmou que os advogados do ex-presidente podem agendar exames em um hospital após consulta médica:
“A Defesa, entretanto, aconselhada pelo médico particular do custodiado, tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade".
Nesta quarta-feira (7) o ministro autorizou que Bolsonaro fosse transferido para receber tratamento no hospital.
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