A notícia foi dada em primeira mão pela Folha de São Paulo, que calculou o preço do pacote de audiência em mais de R$235 milhões.
A mesma nota que confirma o patrocínio da Globo critica o jornal por divulgar um valor que estaria errado:
"A Havan esclarece que a informação publicada pela Folha de S.Paulo sobre o valor do patrocínio da empresa na cobertura da Copa do Mundo da TV Globo não condiz com a verdade.”
Segundo a empresa, a Folha divulgou informações falsas sobre Luciano Hang em outras ocasiões, citando um caso de 2018 como exemplo:
“Não é a primeira vez que a Folha divulga informações incorretas envolvendo a Havan e o empresário Luciano Hang. Agem dessa forma de maneira intencional, confiando que nada lhes acontecerá, como ocorreu em 2018, quando o jornal acusou o empresário de realizar disparos de mensagens via WhatsApp durante o período eleitoral, uma mentira da qual nunca se retrataram.”
A mensagem seguiu afirmando que o jornal falhou com os “princípios do jornalismo” ao colocar esse número, mesmo que a empresa realmente tenha escolhido patrocinar a Globo.
Além disso, destacou que as lojas cortaram todos os patrocínios que tinha com a emissora há anos:
“A Havan sempre foi transparente em suas posições. Há anos, a empresa não veicula publicidade nos telejornais nacionais da Rede Globo, por não compactuar com o jornalismo da emissora em nível nacional. E assim seguirá.”
Em 2019, Luciano Hang cortou a verba de publicidade que dava para a Globo por horários em uma série de programas por não concordar com o “jornalismo ideológico”.