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Milei negocia acordo para argentinos entrarem nos EUA sem visto

Presidente anunciou medida após visita da secretária de Segurança Nacional dos EUA

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Redação Brasil Paralelo
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Milei e Trump apertando mãos, países podem fazer acordo sobre vistos.
Fonte da imagem: R7

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Javier Milei anunciou que a Argentina iniciou o processo para aderir ao Visa Waiver Program, programa para cidadãos de determinados países fazerem viagens aos EUA sem visto.

Se aprovado, o acordo permitirá que os argentinos visitem os Estados Unidos por até 90 dias apenas com a Autorização Eletrônica de Viagem (ESTA), um formulário digital que custa cerca de R$117

Atualmente, o único país da América do Sul que conta com esse benefício é apenas o Chile.

Milei e o reposicionamento geopolítico da Argentina

O anúncio aconteceu durante a visita oficial da secretária de Segurança Nacional dos EUA, Kristi Noem, à Casa Rosada

A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, e o chanceler Gerardo Werthein também participaram do encontro.

De acordo com Noem, “sob a liderança do presidente Javier Milei, a Argentina está se tornando uma aliada ainda mais forte dos Estados Unidos

Segundo dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA, a Argentina tem a menor taxa de permanência irregular entre todos os países latino-americanos.

Além disso, o número de argentinos que viajaram aos Estados Unidos aumentou 25% nos primeiros quatro meses de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

"o maior aumento entre os 20 países com maior número de chegadas internacionais. É por isso que estamos tomando medidas para permitir que a Argentina retorne ao Programa de Isenção de Visto", completou Noem.
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Um passo a passo diplomático

O processo ainda levará tempo. Para ser aceita no Visa Waiver Program, a Argentina precisa atender a rigorosos critérios técnicos e de segurança definidos pelas agências americanas.

A carta de intenções assinada entre os dois governos é o primeiro passo. A Argentina já fez parte do programa, mas foi removida em 2002. 

Agora, Milei aposta em um novo momento de aproximação nas relações bilaterais com os EUA para voltar a fazer parte.

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