O governo cubano afirmou que 32 cidadãos de seu país morreram durante a operação americana que levou à captura de Maduro e sua esposa na Venezuela.
O ditador cubano Miguel Díaz-Canel chegou a declarar dois dias de luto oficial pela morte dos agentes.
Segundo nota do próprio presidente, os 32 cubanos eram membros das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior de Cuba.
"Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela, (…) perderam a vida em ações combativas 32 cubanos, que cumpriam missões em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos do país sul-americano".
Eles haviam sido destacados para cumprir missões a pedido das autoridades venezuelanas.
O comunicado não trouxe nomes nem especificou funções individuais, mas ressaltou que os agentes atuavam em representação de Cuba.
A presença cubana na Venezuela aumentou ao longo dos últimos meses, conforme a tensão com os EUA crescia.
Um dos exemplos mais claros foi a entrada de mais guarda-costas cubanos na equipe de segurança de Maduro. O ditador desconfiava que soldados venezuelanos pudessem traí-lo.
Além disso, foram levados mais oficiais de contra-inteligência cubanos para buscar infiltrados nas Forças Armadas bolivarianas.



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