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Política•5 min de leitura

Ex-senador do PT é expulso de festa acusado de agredir mulher; Paulo Rocha nega as acusações

Polícia Militar foi acionada durante a comemoração e levou o ex-senador à delegacia. A origem da confusão ainda não foi esclarecida.

Por
Gabriel Costa
•Publicado em
Paulo Rocha discursa na tribuna do Senado
Fonte da imagem: Reprodução

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Uma festa de casamento em Belém terminou com o ex-senador Paulo Rocha (PT-PA) sendo levado para uma delegacia.

O episódio aconteceu no domingo, 11. Rocha, que atualmente comanda a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), foi acusado de agredir mulheres e provocar desordem durante a comemoração. Ele nega ter agredido alguém.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostram o petista sendo contido por pessoas que estavam no local.

Em outra gravação, ele aparece alterado durante a abordagem policial. As imagens, porém, não esclarecem como a confusão começou nem comprovam sozinhas a acusação de agressão física.

Rocha foi levado para uma delegacia

A Polícia Militar foi acionada e conduziu o ex-senador à delegacia.

Foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência, conhecido como TCO. Rocha foi liberado depois do procedimento e deverá comparecer à Justiça caso seja convocado.

Até a publicação das primeiras reportagens, a Polícia Civil não havia confirmado uma agressão física nem detalhado as circunstâncias que levaram ao tumulto.

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Ex-senador pede desculpas

No dia seguinte, Rocha publicou uma manifestação nas redes sociais.

Ele reconheceu que errou durante o episódio e pediu desculpas às mulheres envolvidas. Ao mesmo tempo, negou a principal acusação.

“Reconheço que me excedi, mas não agredi ninguém diretamente”.

Paulo Rocha foi senador pelo Pará entre 2015 e 2023 e também exerceu mandatos como deputado federal. Desde 2023, ocupa a superintendência da Sudam, órgão federal responsável por políticas de desenvolvimento da Amazônia.

O que provocou a confusão ainda não foi esclarecido oficialmente.

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