Apesar disso, o presidente descarta manter tropas no país latino americano.
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Em uma operação cinematográfica, as Forças Armadas americanas bombardearam a capital venezuelana e prenderam o ditador Nicolás Maduro.
Trump falou sobre a ação militar pela primeira vez em uma coletiva de imprensa em seu resort particular, Mar-a-Lago.
Durante sua fala, o presidente disse que assumirá o controle do país e garantirá que seja “governado de maneira apropriada”.
Apesar do tom, ele assegurou que o governo americano não fará uma invasão em larga escala e apenas controlará a situação:
“Garantimos que o país seja governado de maneira apropriada e não faremos isso invadindo, é um ataque muito perigoso… Estamos preparados para voltar se for necessário, governaremos o país de maneira justa e cuidaremos de todos.”
Trump disse que está designando pessoas para controlar o país e que pessoas próximas aos EUA deverão reconstruír o país.
O presidente também comentou que a vice-presidente de Maduro está disposta a fazer o que eles acreditam que será necessário para “fazer a Venezuela grande de novo”.
O discurso seguiu com ameaças a membros das Forças Armadas Venezuelanas e políticos chavistas:
“Todos os políticos e militares venezuelanos devem entender que o que aconteceu com Maduro pode acontecer com eles e acontecerá se eles não se importarem com seu povo. o ditador e terrorista maduro se foi e as pessoas estão livres de novo.”
Outro ponto abordado foram os planos para reestruturação da economia venezuelana, que contará com grandes corporações americanas:
“Levaremos as nossas enormes companhias de petróleo, as maiores do mundo, para gastar bilhões e consertar a infraestrutura do petróleo para fazer dinheiro pelo país.”
Ele acusou o regime chavista de ter tomado diversas propriedades americanas ao longo dos últimos anos:
“Por décadas, administrações anteriores negligenciaram ou até contribuíram para essas ameaças no hemisfério ocidental. Com a administração Trump estamos retomando nosso poder de maneira poderosa em nossa região.”
Pouco antes da coletiva, o presidente americano havia divulgado uma foto de Maduro preso em suas redes sociais.
A Procuradora-Geral dos EUA, Pamela Bondi, afirmou que Maduro e sua esposa foram indiciados por uma série de crimes, como:
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