O Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou uma sessão de emergência para debater a operação americana que acabou na prisão de Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
A reunião foi convocada pela Colômbia e pela Venezuela pouco após o ataque à capital Caracas, na madrugada de sábado.
O representante dos EUA, Mike Waltz, negou que a ação configure uma guerra contra o país:
"Não há uma guerra contra Venezuela ou seu povo. Não estamos ocupando um país".
Para justificar o ocorrido, Waltz afirmou que Maduro era um fugitivo e líder de uma organização narcoterrorista violenta e que utilizava "narcóticos ilegais como arma".
O diplomata também comparou a situação com o que aconteceu com o ex-ditador do Panamá, Manuel Noriega, preso por seu país em 1989.
Noriega era acusado de envolvimento com grandes carteis de drogas. Ele foi condenado a 40 anos de prisão nos EUA, cumprindo 21 anos por bom comportamento.
Em resposta, o representante da Venezuela, Samuel Moncada, disse que Maduro foi sequestrado e falou que a ação representa uma ameaça para o mundo:
"A mensagem mandada para o mundo, como se a lei fosse opcional e o que prevalece é a força".

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